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Duplo homicídio em bar na ZL ainda é mistério para as famílias

Suspeitos chegaram ao local em um carro, um deles abaixou um dos vidros e disparou várias vezes na direção dos homens, que assistiam a lutas do UFC 08/11/2015 às 17:38
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Dois homens morreram na hora e um amigo deles, que também foi atingido, foi socorrido e levado ao hospital
Fábio Oliveira Manaus (AM)

O bar do Waldir, localizado na rua Tambaqui, uma das principais vias do bairro Jorge Teixeira, terceira etapa, foi palco hoje (8) de um duplo assassinato. O auxiliar de serviços gerais José Eudes Correa Pinheiro, 34, e Francisco Junio Marialva dos Santos, 20, foram executados na madrugada de hoje, nas dependências do estabelecimento comercial.

A motivação ainda é desconhecida pela Polícia Civil e a autoria está atribuída a alguns homens que estavam dentro de um veículo não identificado. Os suspeitos chegaram ao local e, um deles, apenas abaixou um dos vidros e disparou várias vezes na direção onde estavam José e Francisco e mais um amigo, de nome não revelado.

Os dois morreram na hora e o amigo deles, que também foi atingido, foi socorrido e levado ao hospital e pronto-socorro Platão Araújo, na Zona Leste da cidade, onde foi atendido e não corre risco de morte.

A reportagem foi até o velório de José Eudes, que ocorreu na rua Peixe Cachorro, mesmo bairro, e conversou com alguns familiares. Bastante abalada, a mãe não soube dar muitas informações naquele momento. Ela apenas afirmou que o filho “não era do crime e não estava metido em nada ilícito”.

A ex-mulher dele, que preferiu não revelar o nome, também confirmou a versão da ex-sogra. “Ele era um cara legal, fazia bicos por aqui. Todo mundo o conhecia e sabia como ele era. Realmente não sabemos o que pode ter motivado o crime”, explicou.

Segundo a ex-companheira, José e os dois amigos tinham ido ao bar para assistir a luta do UFC, que ocorria naquele dia. “Só o que sabemos é que eles estavam no bar assistindo a luta e esse carro chegou e atirou contra eles, agora não sabemos o porque disso”, informou.

Consta no relatório de registros da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) que o crime ainda está sendo investigado. A autoria e motivação ainda eram desconhecidas pela Polícia Civil. Familiares e testemunhas do crime serão chamadas para prestarem depoimento no início da semana.

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