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'Elaine' tem liminar de habeas corpus negada pelo STJ

Marcelaine Santos Schumann, suspeita de ter sido a mandante do assassinato frustrado de Denise Almeida da Silva, no estacionamento da academia Cheik Cub, em Manaus, está nos Estados Unidos e deve retornar a Manaus no dia 5 de janeiro 30/12/2014 às 20:56
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Ela teve a prisão decretada no último dia 19 de dezembro
Lucas Jardim Manaus (AM)

A socialite Marcelaine Santos Schumann, 36, conhecida como “Elaine”, suspeita de ter sido a mandante da tentativa de assassinato a Denise Almeida da Silva, 34, teve o pedido liminar de liberdade negado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ) nesta terça-feira (30).

O pedido fazia parte do habeas corpus impetrado por José Bezerra de Araújo, advogado de Marcelaine, que resolveu levar o caso ao STJ após não ter tido acesso aos autos negado por três vezes pelo desembargador plantonista do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM) Yedo Simões.

A suspeita, que atualmente passa as festas de final de ano nos Estados Unidos, teve a prisão decretada no último dia 19 de dezembro. Ela tem previsão de voltar ao Brasil na próxima segunda-feira (5). Enquanto isso, o processo continua a tramitar tanto no âmbito do STJ quanto no âmbito do TJAM.

O caso

De acordo com as investigações feitas pela Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), Marcelaine pagou R$ 7 mil para que pistoleiros executassem ou deixassem aleijada Denise. A ação dos bandidos, realizada no último dia 12 de novembro, no estacionamento da academia Cheik Clube, Centro, Zona Sul de Manaus, acabou com a vítima sendo atingida por um tiro no pescoço, mas sobrevivendo. 

De acordo com as investigações, o crime teve motivação passional, uma vez que, segundo a polícia, Denise era amante do empresário Marcos Souto, que, por sua vez, era casado com outra mulher, mas mantinha um outro relacionamento extraconjugal com Elaine, a enciumada mandante do crime. Denise negou conhecer Elaine e Marcos, mas revelou que recebia ameaças de Elaine há mais de um ano.

Elaine é considerada como fugitiva da Justiça, o que, segundo seu advogado, não procede pois, quando ela viajou, sua prisão preventiva ainda não tinha sido decretada.

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