Quinta-feira, 25 de Abril de 2019
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(Foto: Winnetou Almeida)
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CASO OSCAR CARDOSO

Em julgamento, João 'Branco' diz que advogados vão se pronunciar por ele

Demais réus foram retirados do plenário do fórum para serem ouvidos individualmente pelo júri


25/08/2017 às 20:33

O juiz Anésio Rocha Pinheiro, titular do 2º Tribunal do Júri, começou a ouvir, na noite desta sexta-feira (25), os depoimentos dos réus do caso “Oscar Cardoso”. O primeiro a depor foi o narcotraficante João Pinto Carioca, o “João Branco”, por meio de videoconferência, mas ele manifestou o direito de ficar em silêncio e apenas se limitou a dizer que seus advogados irão se pronunciar por ele.

O juiz então encerrou a videoconferência, mas amanhã às 9h (horário de Brasília) João deve retornar para dar prosseguimento ao julgamento. João é apontado como o mandante da morte do delegado Oscar Cardoso, executado com 18 tiros em março de 2014.

Marcos Roberto Miranda da Silva, o “Marcos Pará”, está sendo interrogado pelo juiz. Marcos estava preso na Penitenciária Federal de Mossoró, em RN, e foi trazido a Manaus para ser julgado presencialmente.

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Os demais réus foram retirados do plenário do fórum Ministro Henoch Reis, no bairro São Francisco, na Zona Sul de Manaus, e serão ouvidos individualmente.

Mais cedo, a defesa dos réus protestou e argumentou que o a última testemunha de acusação, delegado Mario Júnior, estava falando como uma espécie de perito sobre as interceptações telefônicas dos seus clientes no dia do crime. Por sua vez, o juiz Anésio indeferiu o protesto e deu prosseguimento ao depoimento da testemunha que na época do crime integrava a equipe da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS) que investigava a morte de Oscar.

Em seguida, o juiz suspendeu a sessão por 20 minutos. O detalhe de toda a movimentação de ligações dos réus foi divulgado por Mario a pedido do Ministério Público.

Ao todo, cinco réus são julgados: o principal deles é o narcotraficante João Pinto Carioca, o “João Branco”, que está preso na Penitenciária Federal de Catanduvas, no Paraná, e será julgado por videoconferência. Os outros réus são Marcos Roberto Miranda da Silva, o “Marcos Pará” e também Messias Maia Sodré, Diego Bruno de Souza Moldes e Mário Jorge Nobre de Albuquerque, o “Mário Tabatinga”.

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