Publicidade
Manaus
PLANOS

Em Manaus, Álvaro Dias defende privatizações e 'refundação' do País

Senador pelo Paraná é o pré-candidato do Podemos à Presidência da República e cumpre compromissos em Manaus nesta quinta-feira 21/06/2018 às 11:40
Show whatsapp image 2018 06 21 at 09.37.58
(Foto: Winnetou Almeida)
Naís Campos Manaus

Em visita a Manaus neste período pré-eleitoral, o senador Álvaro Dias, candidato do Podemos na corrida pela presidência da República esteve na redação do jornal A Crítica, nesta quinta-feira, para uma entrevista transmitida ao vivo via Facebook. Entre seus principais ideais, o pré-candidato prega a refundação do País, a privatização de estatais, como os Correios, e denuncia as siglas políticas que se aproveitam, apenas, do fundo partidário para a promoção pessoal de seus dirigentes.

O discurso principal do senador é voltado à refundação do País, por meio da eliminação dos privilégios das autoridades, a redução dos gastos com o Estado, que conforme o presidenciável sugam 55% do que se arrecada em tributos, e a proposta de encolher o número de cadeiras de representantes no Congresso Nacional, deputados federais e senadores para reduzir as despesas da máquina pública.

Veja a íntegra da entrevista

 

“Essa refundação passa pela substituição do sistema que se tem hoje, corrupto, fabrica escândalos e promove uma matriz com governos incompetentes. Isso se fará por um conjunto de reformas políticas no Estado, na previdência, no regime tributário e em todas as reformas necessárias nos sistema federativo para se colocar novamente o País nos trilhos do progresso”, resumiu o senador.

Álvaro Dias declarou que, enquanto a União encara a Zona Franca de Manaus como despesa, um possível governo liderado pelo senador deverá projetar o modelo econômico para competir tecnologicamente ao mesmo nível de países mais desenvolvidos. “Portanto, a Zona Franca é intocável, trata-se de uma política de compensação tributária que muito tem oferecido ao País e o retorno deve ser condizente com a oferta”, explicou.

Os ataques recorrentes ao Polo Industrial, como o que reduz o IPI dos concentrados de refrigerantes, as perdas de postos de empregos e o “fogo amigo” até do próprio governo federal, o presidenciável classificou essas medidas como injustificáveis. “Pois é preciso oferecer ao modelo segurança jurídica para o desenvolvimento do polo industrial, garantindo as oportunidades de empregos e salários, especialmente no campo da tecnologia que coloca o País em atraso com relação a outros países emergentes”, defendeu Álvaro Dias.

Publicidade
Publicidade