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Em Manaus, avenida Umberto Calderaro ganhará cinco faixas e calçadas diminuirão com recuo

Objetivo é melhorar fluidez no trânsito e mobilidade urbana naquela área. Obras estão previstas para iniciar nas próximas semanas e serão estendidas para avenidas André Araújo, Ephigênio Sales e Darcy Vargas 15/10/2014 às 09:11
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Proprietários de imóveis na avenida estão cientes das transformações e participaram de reunião com engenheiros e arquitetos da prefeitura
ACRITICA.COM Manaus (AM)

A avenida Umberto Calderaro Filho (antiga Paraíba), no bairro Adrianópolis, Zona Centro-Sul de Manaus, será alargada e composta por cinco faixas. Esse é o objetivo da Prefeitura de Manaus, que pretende realizar uma série de intervenções para melhorar a mobilidade urbana e a fluidez no trânsito naquela área da cidade

O projeto de alargamento da via foi apresentado a mais de 20 moradores e proprietários de imóveis da Umberto Calderaro durante reunião com diretores e arquitetos do Instituto Municipal de Ordem Social e Planejamento Urbano (Implurb), na sede do órgão, nesta terça-feira (14).

As obras estão previstas para iniciar nas próximas semanas. Durante a reunião, os proprietários dos imóveis puderam tirar dúvidas e agendar reuniões individuais para a análise de cada caso. Apenas dois interessados não compareceram ao encontro.

O alargamento da avenida prevê a abertura de uma nova faixa viária, aumentando para cinco o número de faixas de trânsito. Também está previsto o recuo da calçada, com nova construção no padrão de três metros. Para isso, os imóveis afetados vão abrir espaço ao calçamento, em concreto, no padrão hoje existente do lado esquerdo da avenida.


Nas calçadas também está previsto paisagismo e acessibilidade universal, conforme informou a assessoria de imprensa da Prefeitura. O trabalho inicia pelos seis primeiros imóveis da avenida, a partir da rua Marciano Armond, assim como o cronograma dos trabalhos que prevê duração total de três meses para a conclusão.

“Com os acordos definidos, serão liberadas as obras, que incluem a construção de novos muros, a demolição dos existentes, a demolição das calçadas e a construção de novas, a realocação de postes, asfaltamento, sinalização viária e paisagismo”, explicou o diretor de Planejamento Urbano, Laurent Troost.

Segundo o assessor jurídico do Implurb, Márcio Alexandre, a Prefeitura de Manaus, como Poder Executivo, pode realizar desapropriações devidamente fundamentadas para benefício de toda a sociedade.

“Mas é fundamental a participação, neste processo, dos proprietários. Porque não é só desapropriar trechos para melhorar a mobilidade e o trânsito numa via estrangulada, que não interessa a ninguém, é também fazer com que os donos dos imóveis façam parte efetiva e abracem a requalificação”, disse.

O trecho de intervenção vai da rua Marciano Armond até a avenida André Araújo. No dia 30 de abril, o decreto 2.759, publicado no Diário Oficial, declarou de utilidade pública, para fins de desapropriação, todos imóveis da citada via, em razão do interesse público de reordenar os espaços urbanos, melhorar a mobilidade e a qualidade de vida da população.

O projeto é um trabalho conjunto das secretarias municipais de Infraestrutura, Implurb, Superintendência Municipal de Transportes Urbanos, Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito e Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade

Visando garantir área de circulação para pedestres com mínimo de segurança e conforto, além de minimizar o impacto do fluxo intenso de veículos nas vias de Manaus, obras similares serão estendidas futuramente, para outros logradouros como as avenidas André Araújo, Ephigênio Sales e Darcy Vargas.

*Com informações da assessoria de imprensa

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