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Empresário suspeito de homicídio do delegado Oscar Cardoso é transferido e corre risco de morte

'Mário Tabatinga' estava preso na sede da DEHS e foi transferido para a Cadeia Pública Raimundo Vidal pessoa. Ele é suspeito de participar da morte do delegado Oscar 07/08/2015 às 09:34
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Mário Tabatinga sendo escoltado durante a audiência sobre o caso no Fórum Henoch Reis. Tabatinga teria colaborado com as investigações fornecendo informações privilegiadas sobre o crime e os autores
Fábio Oliveira Manaus (AM)

O empresário do ramo de venda de veículo Mário Jorge Nobre de Albuquerque, o “Mário Tabatinga”, corre sérios riscos de morte. Na tarde de ontem (6), o suspeito, que estava envolvido na morte do delegado de Polícia Civil Oscar Cardoso Filho, executado com mais de 20 tiros, foi transferido para a cadeia pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, no Centro.

Ele ficou preso um ano, quatro meses e seis dias em uma das celas da sede da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), situada no Jorge Teixeira, Zona Leste.

Tabatinga foi preso dias depois da morte de Oscar, na cidade de Puerto Ordaz, na Venezuela. À polícia, ele confessou ter dado o Gran Siena, de cor branca e placas OAB-7782, para o traficante João Pinto Carioca, o “João Branco”, um dos líderes da facção criminosa Família do Norte (FDN).

O narcotraficante ainda continua foragido. Após ser preso em outro País, o empresário revelou todas as informações sobre a morte de Cardoso que foi executado na frente do neto de na rua onde mora,no  São Francisco, Zona Sul.

Na época, nove pessoas participaram do crime. Dois deles, "Marquinhos Eletrecista" e "Maresia", foram assassinados. Em dezembro de 2014, Tabatinga disse que se fosse para a cadeia pública iria ser morto.

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