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Manaus
VAZANTE

Redes são instaladas embaixo d’água no lago do Tarumã para evitar ataque de piranhas

O medo dos peixes típicos da Amazônia tem afastado banhistas, mas alternativas já estão sendo trabalhadas para evitar novas mordidas 05/11/2017 às 20:26 - Atualizado em 06/11/2017 às 09:02
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Na Praia Dourada, redes de proteção foram instaladas na área de banhistas para evitar ataques de animais, como piranhas. Foto: Euzivaldo Queiroz
acritica.com Manaus (AM)

Estabelecimentos comerciais que exploram o lago Tarumã, na orla Oeste de Manaus, têm sentido os impactos econômicos da vazante agravados por ataques de piranhas a banhistas. Um deles é a Praia Dourada, que fica a aproximadamente 500 metros do flutuante onde ocorreram pelo menos três desses ataques. 

Com os casos nas últimas semanas, o proprietário da Praia Dourada, Nelson Marinho, conta que o movimento caiu 30% na praia, mesmo não tendo ocorrido no local. Segundo ele, a publicidade negativa fez com que  muitas pessoas não usufruíssem mais da praia.

Com rede de proteção subaquática instalada há dois anos,  Marinho afirma que a medida traz segurança aos banhistas e pode ser adotada pelos flutuantes. “As medidas preventivas que nós tomamos, como a rede de proteção e troncos flutuantes, trazem mais segurança aos nossos clientes”, garantiu.

A Praia Dourada tem 150 metros de extensão e foram instalados 100 metros de rede debaixo da água, na área de banhistas, para afastar possíveis predadores, como piranhas. “Temos todo o cuidado e preocupação com os frequentadores da praia. Estamos sempre abertos a ouvir o cliente”, afirmou.

Outro que adotou medidas para dar mais segurança aos banhistas foi o Abaré Sup & Food, onde ocorreram três ataques de piranhas a banhistas. Em suas redes sociais, o flutuante divulgou a construção de uma “gaiola” subaquática para os banhistas, para evitar novos ataques. 

Sem ataques no Tarumã Mirim e Praia da Lua

Na Marina do David, que está localizada em um dos braços do Lago do Tarumã, não houve casos de ataques de piranhas, segundo o vice-presidente da Cooperativa dos Profissionais de Transporte Fluvial, Ivanildo Teles. Segundo ele, aproximadamente 1,5 mil pessoas passam pela Marina nos finais de semana e, nos feriados, o número chega a dobrar. Entre os destinos principais está a Praia da Lua, onde também não houve registros de ataques de piranhas.

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