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Manaus
PARQUE DEZ

Envolvidos em pancadaria dentro de loja de conveniência depõem na quarta (29)

Confusão teria iniciado, segundo uma estudante envolvida no caso, após um homem apertar suas nádegas no momento em que ela saía da loja 27/11/2017 às 19:48 - Atualizado em 27/11/2017 às 21:14
Show pancadaria
Foto: Divulgação
Fábio Oliveira Manaus (AM)

Policiais do 23º Distrito Integrado de Polícia (DIP) devem ouvir depoimentos, nessa quarta-feira (28), de uma estudante de Enfermagem, seu esposo e mais um homem sobre uma pancadaria no interior de uma loja de conveniência na avenida Tancredo Neves, no bairro Parque 10, Zona Centro-Sul, na madrugada do último sábado (25), por volta das 4h.

 A universitária acusa um homem de apertar suas nádegas no momento em que ela saía da loja. Ela informou que sentiu o aperto e que não tem dúvidas do assédio sofrido. A vítima registrou um Boletim de Ocorrência no 12º DIP por lesão corporal e assédio sexual. Nessa quarta-feira, todos os envolvidos devem prestar esclarecimentos oficialmente.

Conforme o titular do 23º DIP, delegado Cícero Túlio, o homem suspeito do assédio e que não teve a identidade repassada se apresentou ontem junto com um advogado e um irmão e negou ter passado a mão na universitária, mas afirmou que sua mão teria ficado presa na bolsa dela.

Segundo as imagens do circuito interno da loja, após o suposto assédio, a vítima vai atrás do homem e o agride com um soco na cabeça. Em seguida, conforme as imagens, mais dois homens se aproximam do suspeito e o agridem com socos dando início a uma pancadaria dentro da loja. A universitária relatou que depois das agressões, o suspeito avisou que estava armado e entrou em seu veículo, uma picape, de modelo não identificado.

“No lado de fora, eu entrei no carro do meu amigo e ele jogou o carro dele em cima do nosso carro. Ficou acelerando e arrastando o nosso carro, depois ele deu ré e bateu em uma bomba de gasolina e depois fugiu”, relatou. A estudante contou que toda a confusão ocorreu em cinco minutos, momento em que parou na loja apenas para comprar bombons. “Estávamos voltando de um aniversário e parei para comprar bombom, foi rápido”, disse. A reportagem não obteve número de telefone para falar com o suposto suspeito do assédio.

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