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Manaus
ARGUMENTO

‘Essa história de nepotismo é uma tolice enorme’, diz Artur, sobre Bisneto

No entendimento do prefeito, só pode ser considerado nepotismo a nomeação de parentes de segundo escalão em diante 01/09/2017 às 16:12 - Atualizado em 01/09/2017 às 16:59
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Pai e filho vão estar juntos também na administração municipal (Foto: Arlesson Sicsú / Divulgação)
Larissa Cavalcante Manaus

Logo após anunciar a nomeação do filho Arthur Bisneto como chefe da Casa Civil, o prefeito Artur Virgílio Neto afirmou que não há nepotismo no ato.

"A questão constitucional, essa história de nepotismo é tudo uma tolice enorme. Nepotismo é discutido quando se trata de segundo escalão para baixo. Quando se trata de primeiro escalão, a jurisprudência é muito clara”, afirmou ele, ressaltando que "tudo foi muito bem visto“.

Ele defendeu que a chegada de Bisneto à prefeitura vem para acrescentar a vivência política “de uma pessoa que a vida inteira respirou política”. “Quando se trata de alguém que tem toda a correlação para desempenhar bem o seu trabalho não existe essa hipótese de nepotismo. Tomei uma decisão muito consciente e pedi a ele que pensasse e, ao aceitar, ele irá nos ajudar a dar esse toque de sensibilidade política que fará bem para o nosso governo”, completou.

Arthur Bisneto afirmou que aceitou a nomeação com tranquilidade, e se disse experiente para assumir uma função como essa após 17 anos de vida pública. "Aceitei com tranquilidade porque se você for analisar a minha vida pública já tenho 17 anos e é a minha primeira nomeação e o restante foi com voto da população. Então encaro como uma responsabilidade a mais", avalia.

Metas

" A Casa Civil é a espinha dorsal da prefeitura que visa integrar o trabalho das secretarias e nós vamos buscar com muita experiência a conversa e o diálogo para destravar possíveis problemas que existam na prefeitura e fazer com que a cidade cresça" disse o deputado e novo secretário da pasta.

O novo secretário informou duas medidas que serão tomadas na sua gestão. A primeira será o destravamento da obra do Shopping T4 e o diálogo com os empresários do transporte público para que cumpram a promessa feita após o reajuste da passagem de ônibus, ou seja, o acordado de 300 novos ônibus na rua que no momento a realidade é de apenas 30 novos veículos.

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