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Estruturas do Terminal de Integração II serão demolidas

O terminal foi fechado para reforma há uma semana e as linhas de ônibus serão colocadas em quatro pontos de vias do entorno 20/06/2015 às 10:46
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Estruturas metálicas do Terminal 2 estão sendo demolidas para dar lugar as novas
acritica.com ---

Fechado há quase uma semana para reforma, o Terminal de Integração da Cachoeirinha (T2), na zona Sul, está sendo demolido. Não sobrará nada da antiga estrutura e a cobertura já foi quase toda derrubada para dar lugar a um espaço mais moderno e confortável para os usuários do sistema de transporte coletivo.

Segundo o prefeito Arthur Virgílio Neto, que acompanhou na manhã de ontem, os trabalhos, a obra seguirá os padrões dos terminais mais modernos. “Aqui a situação estava precária, ou extinguíamos ou faríamos algo totalmente novo”, destacou. Além da substituição da cobertura, que passará a cobrir todo o terminal de integração, incluindo a área de circulação de ônibus, todas as estruturas prediais serão recuperadas.

“Isso inclui acessibilidade, pavimentação de qualidade e ordenação no trânsito. Portanto, vamos oferecer à Cachoeirinha e ao Sistema de Transporte Coletivo de Manaus um belo presente, um terminal funcional, moderno e contemporâneo”, completou Arthur Neto.

A expectativa é que o novo Terminal da Cachoeirinha seja entregue em outubro deste ano. As obras tiveram início com a retirada das telhas de barro e a limitação física do local para que os trabalhos fossem executados com segurança. Os serviços são realizados pela Secretaria Municipal de Infraestrutura (Seminf) e contam com investimentos de R$ 2,1 milhões.

Falta de informação

No início da semana, usuários do transporte coletivo reclamam da falta de informação sobre a rota dos ônibus. Segundo eles, o itinerário não é o mesmo que consta nos panfletos distribuídos. A Prefeitura de Manaus comunicou, previamente, que iria fazer reformas no terminal, e até distribuiu folhetos informando sobre as alterações que seriam feitas, mas os usuários precisariam de mais.

“Eles divulgaram uma informação, mas, na prática, a realidade é outra. Informam que a parada da minha linha é em frente à funerária (na avenida Carvalho Leal), só que os ônibus não param lá”, reclama o estudante Timóteo Gomes.

Comerciantes

 A mudança de endereço não agradou, ao mesmo tempo em que deixou desconfiados os comerciantes. “Aqui na minha área o movimento está devagar porque nenhum ônibus para aqui. Morreu o movimento. Aqui não podemos colocar nem lona, nem sombrinha pra proteger do sol. Acredito que estão fazendo isso pra gente desistir do terminal. Já ouvimos que, quando terminar a reforma a gente não vai voltar pra lá” desabafa a vendedora de salgadinhos Fernanda Góes, 49.


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