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Manaus
Manifestação

Ex-garis de empresa terceirizada fazem protesto em frente da Prefeitura de Manaus

Os ex-funcionários da Conserge Construção e Serviços Gerais prestavam serviços para a Semulsp. Eles alegam que há quase seis meses aguardam o pagamento de suas rescisões 11/10/2016 às 12:20 - Atualizado em 11/10/2016 às 13:25
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Os ex-garis disseram que a empresa Conserge informou que não houve o repasse por parte da Prefeitura de Manaus e que por isso ainda não teria quitado seus débitos. Foto: Winnetou Almeida
Rafael Seixas Manaus (AM)

Ex-funcionários da Conserge Construção e Serviços Gerais, que prestava serviços terceirizados como garis para a Secretaria Municipal de Limpeza Urbana (Semulsp), estão realizando desde as 7h desta terça-feira (11) um protesto na frente da sede da Prefeitura de Manaus (PMM), no bairro Compensa, na Zona Oeste. Eles alegam que estão esperando há cinco meses o pagamento de suas rescisões e que a empresa informou que não quitou as pendências devido ao não repasse da PMM.

 De acordo com a ex-colaboradora Ângela Gama, 45, o único dinheiro que teve acesso foi no que está depositado no Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

“Ainda não foi liberado nem o Seguro Desemprego. Há quase seis meses que fomos demitidos e até agora não recebemos nada da rescisão. A empresa disse que a Prefeitura não repassou o dinheiro. Ninguém até agora veio falar com a gente, somente o guarda que disse que não tinha ninguém para nos atender no momento”, declarou.

Outra ex-funcionária da Conserge, Elizângela Lima de Souza, 39, que prestava serviços de capinação na Semulsp, relatou para a reportagem que está apreensiva com a demora no pagamento de sua rescisão, porque colaborada com parte do sustento de sua família.

“Moro de aluguel e estou desempregada. Tenho três filhas e um neto. Não estou conseguindo emprego e a situação está horrível. [As pessoas] Ficam nos cobrando o dinheiro, mas não temos como pagar”, contou Elizângela, que somente teve acesso ao dinheiro  do FGTS.

Em nota, a Semulsp informou que honrou com todos os compromissos com a empresa Conserge, no período vigente do contrato de prestação de serviços e acredita que o manifesto ocorrido na frente da sede da Prefeitura, nesta terça-feira, tenha cunho eleitoral com o uso de ex-funcionários da empresa.

A reportagem tentou entrar em contato com a Conserge Construção e Serviços Gerais por meio do número (92) 3307-5400, mas não obteve sucesso até o fechamento desta edição.

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