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Manaus
TRÂNSITO

‘Faixa Azul’ tem tráfego livre devido a obras em passarela que desabou na av. Torquato

A faixa exclusiva permanece liberada por tempo indeterminado tanto na av. Torquato Tapajós quanto na Constantino Nery. Parte da passarela desabou ontem após forte chuva 14/02/2019 às 09:47 - Atualizado em 14/02/2019 às 10:09
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Foto: Arquivo A Crítica
acritica.com

A faixa de tráfego de veículos exclusiva para ônibus, ambulância, viaturas e táxis em Manaus, conhecida como “Faixa Azul”, permanece nesta quinta-feira (14) liberada para todos os tipos de veículos nas avenidas Torquato Tapajós e Constantino Nery devido às obras na passarela que desabou ontem na Torquato, no trecho em frente ao Clube Municipal. A estrutura foi abaixo ontem durante após forte chuva.

Segundo o Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização de Trânsito (Manaustrans), a liberação da “Faixa Azul” segue por tempo indeterminado. Agentes de trânsito do órgão trabalham no local de desabamento da passarela desde o início da manhã.

Ontem, por volta das 17h50, um dos lados da escadaria que dá acesso à passarela na av. Torquato, em frente ao Clube Municipal, desabou após a estrutura ser afetada por um igarapé que transbordou durante a chuva que atingiu a cidade. Ontem, as águas do igarapé, inclusive, invadiram aquele trecho da avenida Torquato Tapajós. Ninguém ficou ferido no desabamento.

Ontem mesmo, a Faixa Azul já tinha sido liberada devido aos engarrafamentos causados pela chuva. Hoje, equipes da Prefeitura de Manaus devem iniciar as obras para retirar a passarela. O prefeito de Manaus, Arthur Neto, disse ontem que a estrutura será retirada do local e outra deverá ser construída em outro ponto da Torquato Tapajós.

Segundo o prefeito, a passarela não deveria nem ter sido contruída naquele trecho próximo ao igarapé. “O igarapé foi estreitado por três fatores. Este posto (de combustível) cometeu, claramente, um crime ambiental e será responsabilizado por isso, seja perante a Semmas [Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Sustentabilidade], que é quem considera o direito da licença para funcionar, seja pelo Ministério Público. Tem uma farmácia, a qual os fundos dão para o igarapé. E nós temos ainda um galpão e uma oficina para máquinas pesadas”, disse.

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