Quinta-feira, 25 de Abril de 2019
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Os assaltantes se entregaram após terem sua integridade física assegurada
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Manaus

Família feita de refém em Manaus por assaltantes armados

Eles se entregaram após duas horas de negociações com a polícia.


24/04/2013 às 21:36

Uma família foi feita de refém por quatro assaltantes durante duas horas, na noite desta quarta-feira (24), no bairro Cidade de Deus, Zona Norte de Manaus. Valdir Nunes e Mário Junior foram presos e os outros dois comparsas conseguiram fugir em um Fia Punto de cor bege e placa não identificada.

Eles estavam armados com uma pistola 9 milímetros e um revólver calibre 38 e foram apresentados no 15º Distrito Integrado de Polícia (DIP). Nenhuma vítima foi ferida.

Por volta de 18h, quatro homens invadiram uma casa na Rua Beija Flor e renderam cinco pessoas que moravam na residência. “Eles apontaram as armas e pediram dinheiro e joias”, segundo informação de Alice Soares Martins, 45 anos, dona de casa”.

Testemunha

Ciro Manoel Viana dos Santos, 22, filho de Janeide, que mora na casa assaltada, estava em uma borracharia localizada em frente a residência no momento do crime. Ele viu uma movimentação estranha e resolveu seguir com sua moto para chamar policiais militares da 13º Companhia Interativa Comunitária (Cicom). Os policiais chegaram quando os homens se preparavam para sair do local.

“Dois deles estavam esperando no carro e fugiram, os outros dois voltaram para dentro de casa e fizeram minha família de refém”, comentou Ciro.

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Com a casa cercada, Valdir e Mário exigiram a presença da imprensa e de Epitácio da Silva Almeida, membro da Comissão de Direitos Humanos da OAB, além de dois coletes a prova de balas.

O Major Franciney Bó, da Rocam, negociou a rendição dos assaltantes. Eles liberaram primeiro três membros da família. Claudemir da Cunha, 29, deficiente auditivo, uma criança de 8 anos e uma adolescente de 16. As vítimas libertadas foram enviadas ao Pronto Socorro Platão Araújo por uma ambulância do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), pois estavam passando mal.

“Eles estavam muito nervosos, e diziam a todo momento que se a polícia invadisse eles iria nos matar, foi horrível”, afirmou Alice.

Às 20h os dois homens se renderam, entregaram suas armas e entraram no camburão da Rocam, onde foram enviados ao 15º DIP para apresentação e autuação de seus crimes.

“Todos os esforços foram feitos para garantir a integridade física das vítimas e dos assaltantes, para que não ocorresse nenhuma morte desnecessária. Terminou tudo bem”, finalizou Epitácio da Silva Almeida.

 

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