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Família luta para filha de três anos dar os primeiros passos e você pode ajudar

Diagnosticada com paralisia cerebral aos 2 anos, a pequena Giselly Andrade precisa de um tratamento que custa R$ 12 mil para ter chance de andar 05/08/2015 às 18:31
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A menina Giselly Andrade foi diagnosticada com paralisia cerebral aos 2 anos
alexandre pequeno Manaus (AM)

Giselly Silva de Andrade tinha pouco mais de 2 anos quando foi diagnosticada com paralisia cerebral. Ela nunca pôde andar sozinha. Hoje, com pouco mais de três anos, a família de Giselly luta para oferecer a ela uma melhor qualidade de vida e, quem sabe, realizar o maior sonho da menina: poder andar.

Para isto, ela precisa realizar um tratamento chamado 'Therasuit', feito em numa clínica particular. Cada sessão custa R$ 12 mil.

A mãe da menina, Diane Queiroz da Silva, conta que os médicos afirmam que o maior inimigo desse problema é o tempo e que é recomendável realizar os tratamentos até que a menina atinja os seis anos. Após essa idade, as dificuldades para adaptação são maiores e a paralisia tem cada vez mais chance de ser irreversível.

Desempregados, os pais de Giselly buscam auxílio nas redes sociais para angariar recursos para a realização desse tratamento. Eles criaram uma página no Facebook chamada “Princesa Giselly”. Os pais esperam obter doações para oferecer à menina uma vida mais traquila.

História

No dia 10 de novembro de 2011, aos oito meses de gestação, Diane Queiroz deu à luz a pequena Giselly Silva de Andrade que nasceu com 1kg e 400 gramas, no Instituto da Mulher, em Manaus. Por conta da prematuridade, a criança de ficou 15 dias na UTI e mais 15 dias no método canguru. A mãe conta que foram feitos todos os exames básicos para detectar um possível problema no desenvolvimento da criança, porém nada foi encontrado.

Com o passar dos meses, a família percebeu que a criança tinha dificuldades motoras, não conseguia andar, nem sentar e chorava constantemente. Sempre consultavam os médicos, eram informados que esses sitomas faziam resultavam da prematuridade da criança e da falta de estimulação.

Segundo a mãe, quando a criança tinha dois anos e meio, um médico da Policlínica Conte Telles deu um diagnóstico diferente.  Ele desconfiou de paralisia cerebral, que foi confirmada após uma ressonância magnética. A partir de então, a menina passou a ser acompanhada pela Fundação de Apoio as Intuições de Proteção a Pessoa com Deficiência (FADA), que oferece tratamentos gratuitos de fisioterapia.

Diane contou que o instituto está de recesso há cerca de dois meses e a menina está sendo acompanhada pela Sinapse Clínica de Fisioterapia Intensiva. Cada sessão realizada na clínica custa R$ 90. Giselly precisa fazer três sessões por semana.

Os médicos recomendaram que a criança fizesse um tratamento chamado Therasuit, que é um programa intensivo de fisioterapia que tem como objetivo melhorar a independência nas atividades diárias, a consciência corporal, as habilidades motoras, além de melhorar o equilíbrio e a coordenação. Cada sessão de Therasuit custa R$ 12 mil.

“Ela foi indicada a fazer esse tratamento pela fisioterapeuta e pelo neurologista, só que não tem pelo SUS (Sistema Único de Saúde), e custa 12 mil reais. Não sabemos ao certo quantas sessões ela vai precisar fazer. Realizando uma sessão, eu posso entrar na Justiça, para o Estado arcar com o resto do tratamento. Queremos fazer pelo menos uma”, conta.

Campanha ‘Princesa Giselly’

Para acompanhar a filha nos diversos tratamentos realizados, Diane Queiroz teve que deixar o emprego. A família está se sustentando a partir dos bicos realizados pelo pai da menina, Gilvan Andrade.

Em meio às dificuldadas, foi que então que eles decidiram criar a página “Princesa Giselly”, com o objetivo de arrecadar doações para que a criança possa fazer o tratamento. A página foi criada há cerca de seis meses e é atualizada diariamente na tentativa de sensibilizar possíveis doadores.

Doações podem ser feitas para a conta 0024333-7 / Agência Bradesco 3733 / CPF 521.532.902-87 em nome de Diane Queiroz da Silva.

“Vamos lá, ajude essa princesa a dar seus primeiros passinhos!”, pede a mãe.

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