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Família recorre de laudo que apontou suicídio da PM Deusiane e caso segue para o MPE

Segundo o promotor Ednaldo Medeiros, o caso foi levado ao MPE por meio de uma representação da família da vítima por não acredita que Deusiane suicidou-se 25/06/2015 às 14:46
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Família acredita que ex-marido matou a policial
ACRITICA.COM Manaus (AM)

O inquérito policial que investigou a morte da policial militar Deusiane da Silva Pinheiro, 26, no dia 1º de abril deste ano, nas dependências da Companhia Fluvial do Batalhão Ambiental, no bairro Tarumã, na Zona Oeste, chegou na promotoria da 2ª Vara do Tribunal do Júri encaminhado pela Procuradoria Geral do Ministério Público. A peça agora será analisada para saber se há provas que possam identificar se a militar suicidou-se ou se foi assassinada.

O promotor Ednaldo Medeiros, que foi quem recebeu o inquérito, disse que o caso foi levado ao MPE por meio de uma representação da família da vítima por não acredita que Deusiane suicidou-se.

O inquérito chegou ao MPE com aproximadamente dez volumes, mas sem o relatório da reconstituição do crime realizado no início deste mês e com autoria indefinida. 

A morte aconteceu por volta das 18h20, no interior de uma embarcação administrada pela Polícia Militar denominada de Base Peixe Boi, ancorada no porto da Companhia Fluvial da Polícia Militar na área do balneário praia Dourada, no Tarumã.

No local onde aconteceu a morte, estava apenas Deusiane e o ex-namorado, o cabo Elson Santos de Brito, apontado pela família como suspeito de ter atirado na soldado.

Inicialmente o caso começou ser investigado pela Delegacia Especializada em Ordem e Política Social (Deops), que declinou da competência para a Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).

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