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Farmacêuticos participam de audiência na ALE-AM para discutir inserção da categoria no atendimento aos pacientes

Reunião acontecerá nesta terça-feira (29) e, segundo a coordenadora e Conselheira Federal Ednilza Guedes, o foco principal da audiência é mostrar a população o verdadeiro papel do profissional farmacêutico 28/10/2013 às 15:33
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A classe afirma que a inserção de profissionais no Sistema Único de Saúde (SUS) traria benefícios aos pacientes
ACRITICA.COM Manaus (AM)

Com o tema: “Inserção do profissional farmacêutico nas equipes de atendimento aos pacientes no Estado do Amazonas”, farmacêuticos do Amazonas participam nesta terça-feira (29) a partir das 15h, no Auditório Beth Azize, 4º andar, na Assembleia Legislativa do Amazonas (ALE-AM), localizada na Avenida Mário Ypiranga Monteiro, de uma Audiência Pública para discutir o assunto e promover os direitos da classe junto aos poderes Municipal, Estadual e Federal.

A ação tem como coordenadora a Conselheira Federal, Ednilza Guedes, e é promovida pela Comissão de Educação, Cultura e Assuntos Indígenas da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas e Comissão de Saúde, Previdência, Assistência Social e Trabalho. A reunião propõe também direcionar e fortalecer a atual representação Regional dos profissionais de farmácia, buscando oferecer uma melhoria de serviços e benefícios à saúde para comunidade.

Ednilza Guedes afirma que experiências realizadas por profissionais da área, comprovam que o farmacêutico, inserido nas equipes do Sistema Único de Saúde (SUS), tem uma contribuição valiosa para a melhora clínica, econômica e de humanização no resultado do cuidado com o paciente. “Ele ainda interfere positivamente na gestão da logística e nos custos dos medicamentos e dos serviços de saúde nos Municípios, Estados e União”, observa, ressaltando que isso poderia acontecer aqui se os profissionais passassem a ser inseridos em massa no quadro de contratação.   

Além disso, ela diz que a idéia é apresentar durante as discussões que saúde pública de qualidade não se faz sem a prevenção de intoxicações e interações medicamentosas, o uso racional e o combate ao desperdício na aquisição e distribuição de medicamentos.

“É para isso que estudamos e estamos juntos com os demais profissionais do sistema de Saúde. A organização dos programas de assistência farmacêutica pública e a presença do farmacêutico nas unidades de saúde são fundamentais”, declara Ednilza Guedes.

A farmacêutica afirma que as reivindicações são muitas, mas o foco principal é que a população precisa ficar ciente qual é o papel da profissão. “Representamos a saúde, assim como os médicos e demais profissionais que atuam em benefício da população. Manipulamos e orientamos as pessoas sobre o uso dos medicamentos, então fazemos a saúde”, destaca a farmacêutica.

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