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Faturamento atípico no dia do temporal em Manaus

Praça de alimentação do Manaus Plazza e do Amazonas Shopping receberam nessa segunda-feira (30) um público com o qual não contavam 01/10/2013 às 08:39
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Sem poder almoçar em casa, muitas pessoas recorreram aos shoppings
Adan Garantizado ---

Apesar de ter causado uma série de transtornos a uma parcela expressiva dos moradores de Manaus, o temporal que atingiu a cidade na manhã dessa segunda-feira (30) também teve seu lado rentável para alguns negócios.

Restaurantes em locais de grande concentração, como o dos shoppings centers, faturaram com a forte chuva e principalmente com a impossibilidade de os clientes se locomoverem. Em alguns estabelecimentos, o movimento chegou a ser quase o triplo do normal.

O Picanha Mania da praça de alimentação do Manaus Plaza Shopping, precisou ser reforçado por funcionários de outras lojas da franquia para atender a demanda dessa segunda-feira (30). O restaurante que comercializa em média 250 pratos durante o expediente de almoço e jantar, já havia vendido 210 refeições até às 16 horas de ontem. “O movimento foi muito grande que ainda não tivemos tempo deu nem para dar o intervalo dos funcionários. Agora (16h), é que as coisas começaram a acalmar. Mas daqui a pouco os clientes começam a chegar para o jantar”, contou a supervisora Ivaneide Mendonça.

No Tambaqui de Banda, também no Manaus Plaza, a lotação surpreendeu até os próprios funcionários. “Temos 26 mesas aqui e geralmente, em uma segunda-feira no almoço, umas 8 ficam ocupadas. Também servimos em média 5 pratos expressos numa segunda normal. Hoje, já vendemos mais de 20”, contou a coordenadora Tatiana de Melo.

Na Allegro Pizza & Grill do Amazonas Shopping, 80% das 47 mesas do restaurante ficaram ocupadas durante o almoço, segundo alguns atendentes. Em dias normais, a movimentação no estabelecimento não chega à metade disto.

Já o restaurante Divino Fogão, também localizado na praça de alimentação do piso inferior do shopping, sofreu prejuízos com a alagação no local. “Os bueiros daqui do corredor ao lado transbordaram e a área onde a gente fica foi isolada. A queda no faturamento de caixa foi de 25%. O pior é que o shopping cobra caro dos lojistas, mas não oferece infra-estrutura”, desabafou uma funcionária do local que preferiu não se identificar.

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