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Manaus
ABAIXO DO MERCADO

Feirão do Pescado com venda de peixe a preços populares vai até sexta (30)

Em cinco pontos de Manaus, produtores trabalham com preços que variam entre R$ 5,50 (tambaqui curumim de até 1 kg) e R$ 22,90 (lombo do pirarucu salgado, aproveitando a Semana Santa 27/03/2018 às 21:05
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Foto: Divulgação
acritica.com* Manaus (AM)

A partir desta quarta-feira (28) até a próxima sexta-feira (30), no horário das 7h às 21h, cinco pontos de Manaus vão receber mais uma edição do Feirão do Pescado Especial Semana Santa. Com preços a partir de R$ 5,50, o quilo, os pontos de vendas comercializarão tambaqui, pirarucu, matrinxã, além dos pescados regionais processados em forma de filés e postas e quelônios, com autorização legal.

O Feirão promovido pelo Sistema Sepror vai acontecer no Shopping T4, bairro Jorge Teixeira, na Zona Leste; no Centro de Convivência da Família Padre Pedro Vignola (rua Gandú, 119, Cidade Nova), Zona Norte; no Feirão Sepror (avenida Torquato Tapajós, antiga Expoagro, Novo Israel), também na Zona Norte; na avenida do Samba (atrás no Sambódromo, Alvorada), Zona Centro-Oeste; e no Centro Social Urbano do Parque Dez (rua 22, 884, Parque 10), Zona Centro-Sul.

De acordo com o secretário estadual Executivo de Pesca e Aquicultura (Sepa), Geraldo Bernardino, os preços variam entre R$ 5,50 (tambaqui curumim até 1 kg) e R$ 22,90 (lombo do pirarucu salgado), valores abaixo do preço de mercado.

“O objetivo é proporcionar a oportunidade da negociação diretamente com o produtor, obtendo um preço justo e um produto de qualidade indiscutível”, afirma Bernardino.

Peixe tratado

Além dos preços baixos e da variedade de peixes, o Feirão vai oferecer o serviço de limpeza e retirada de espinhas em todos os pontos de vendas. Os valores vão de R$ 2 para o matrinxã e R$ 3 o para o tambaqui (para retirar as vísceras e cortar em pedaços) e R$ 5 (serviço completo, incluindo a retirada de espinhas).

Autonomia para venda

Para os produtores, a ideia de também comercializar o seu pescado é muito significativa. Principalmente, para eles não precisarem passar pelo atravessador durante a venda.

“O mais importante para mim, que sou produtor, é poder comercializar o meu próprio pescado. Esse Feirão do Pescado da Semana Santa é bom para incentivar nós, que somos produtores, e poder negociar sem ter a intervenção do atravessador, porque nos dá mais autonomia no nosso negócio”, comenta Divino Barreto, produtor de matrinxã e tambaqui de Presidente Figueiredo.

*Com informações da assessoria de imprensa.

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