Segunda-feira, 26 de Outubro de 2020
AGLOMERAÇÃO

Feriado de Corpus Christi foi movimentado nas ruas de Manaus

Mercado Municipal e bairro Betânia contaram com fluxo grande de pessoas



mercado_12E551A9-6AB3-4814-A17C-F709953540C6.JPG Mercadão, no Centro, estava tomado de gente ontem pela manhã. Fotos: Junio Matos
12/06/2020 às 09:17

Foi na esperança de encontrar o Mercado Municipal mais tranquilo que a manicure Lane dos Santos, 34, escolheu o feriado de Corpus Christi para comprar alguns itens no estabelecimento localizado no Centro da capital. Ela conta que não esperava o fluxo intenso de carros e de pessoas no entorno da orla da Manaus Moderna e Mercadão no feriado e em tempos de pandemia.

“Deu vontade de fazer um tacacá em casa e vim comprar os ingredientes”, afirma ela, que estava acompanhada da irmã. "Eu costumo não sair muito assim até porque ainda tem que ter cuidado com o coronavírus. Pensei que hoje estivesse mais tranquilo, mas eu me enganei. Quando eu cheguei aqui, tinha bastante gente e eu até comprei as coisas rápido para ir logo embora”.



Quem também aproveitou a manhã para resolver pendências foi a professora Libny Araújo Andrade, 43, que precisou despachar encomendas em uma embarcação. “Vou mandar alguns tecidos para o interior. Vim ao centro para fazer apenas isso e volto para casa”, disse.

Feira da Betânia também esteve lotada neste  feriado de Corpus Christi

Em outro ponto da cidade, na movimentada rua Adalberto Vale no bairro Betânia, zona Sul de Manaus, parecia um dia comum. A população enfrentava fila para entrar em supermercado, tomava café da manhã na calçada e lotava a feira municipal da localidade. "Fui no açougue e agora na feira, precisava fazer a compra da semana e tive que sair de casa. Agora, vou passar pelo menos uns três dias sem vir ao mercado", contou a costureira, Maria de Jesus Oliveira, 50.

Morador do Centro, o aposentado Alcenir Pereira Gomes também circulava pelo comércio do bairro Betânia em busca de uma planta medicinal. "Após muito tempo que resolvi sair de casa. No caminho, indo para casa, parei aqui. Preciso comprar mastruz", ressaltou ele.

Na contramão de outros locais em que foram constatados grande movimentação, o Terminal Rodoviário de Manaus, bairro Flores, Zona Centro-Sul, apresentava tranquilidade. Quem saiu de casa por forças maiores foi a cuidadora Ana Claudia Almeida, 47. Ela aguardava a chegada do filho que retornava de viagem. "Estou esperando meu filho que viajou para Porto Velho. Ele tinha viajado antes da pandemia e por conta disso, ficou por lá esse bom tempo e agora está retornando para casa", contou.

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Repórter de Cidades
Jornalista formada pela Uninorte. Apaixonada pela linguagem radiofônica, na qual teve suas primeiras experiências, foi no impresso que encarou o desafio da prática jornalística e o amor pela escrita.

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