Sexta-feira, 22 de Novembro de 2019
FESTIVAL MARQUESIANO

Festival Folclórico da escola Marquês de Santa Cruz ‘agita’ o feriado prolongado

Tradição que já dura 45 anos acontece neste sábado e domingo no bairro São Raimundo



FESTIVAL0333.jpg Correria e expectativa nos últimos ajustes para os grupos que devem se apresentar no festival folclórico hoje e amanhã. Foto: Clovis Miranda
17/06/2017 às 09:14

Com o tema “45 anos de educação, tradição e valorização cultural”, a Escola Estadual de Tempo Integral Marquês de Santa Cruz, localizada na rua Virgílio Ramos, bairro São Raimundo, Zona Oeste, promove neste sábado e domingo a 45ª edição do tradicional Festival Folclórico Marquesiano.

Segundo a gestora da escola e organizadora do evento, Alice Mafra, o tradicional festival cumpre o papel de aproximar a escola da comunidade e não deixar a cultura popular “morrer” ou ser esquecida. “Na verdade é um evento de entretenimento que reúne famílias, amigos que se conheceram e não se veem há muitos anos e aproxima alunos, escola e comunidade. É nossa missão não deixar a nossa cultura popular morrer”, disse.



A gestora explicou que o evento começou na quinta-feira, com a apresentação do Festival Marquesiano Mirim, e encerra amanhã. “Trabalhamos muito para fazer uma programação extensa e recheada de atrações que iriam prender a atenção do público. É um festival que a gente faz pela tradição, mas faz com vontade de fazer o melhor a cada edição”.

Expectativa
A dançarina e coordenadora do grupo Síria do Amazonas, Edilene Barbosa, que se apresentará hoje no evento, também destacou que o festival é muito importante para a comunidade e a cada edição valoriza ainda mais a cultura popular, além de envolver alunos e ex-alunos da escola. “Sem dúvidas é o maior evento da nossa comunidade e muitas pessoas estão envolvidas, se entregam para que todo ano esse evento seja melhor”, disse.

Edilene contou vai retratar a resistência cultural do povo sírio, com coreografias tradicionais e dança do ventre. “A resistência será mostrada em coreografias como ‘dabke’, que siginifica batida forte com os pés, e teremos uma surpresa para quem admira a dança do ventre”, contou.

O grupo é formado por ex-alunos da instituição e tem 24 anos de fundação. Segundo ela, assim como todos os participantes de outros grupos, os ex-alunos se envolvem por amor à cultura popular e pela instituição onde estudaram. “A gente está numa correria, mas feliz porque estamos fazendo tudo isso para um evento tradicional da cidade e da nossa comunidade”.

Programação intensa durante todo o fim de semana
Hoje o evento iniciará a partir das 20h e terá a participação dos grupos Dança Afro Brasileira, Dança GTM Laço da Amizade, Dança Internacional Síria, Dança Nordestina Virgulino Lampião, Quadrilha Junina Caipira na Roça e Dança Internacional Caximira.

Amanhã o evento também começa às 20h com a participação das quadrilhas Brotinhos na Roça, Tradicional Coração de São João, Cômica Folia e Fuleragem, Tradicional Flor de Lís, Café do Ajuricaba, além da Dança Indinana Dhanali, Dança Africana Zimbawé,  Companhia de Poona de Dança e Dança Internacional Índia.

 


Mais de Acritica.com

Sobre Portal A Crítica

No Portal A Crítica, você encontra as últimas notícias do Amazonas, colunistas exclusivos, esportes, entretenimento, interior, economia, política, cultura e mais.