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Manaus
JUSTIÇA

Fora do Sindicato dos Rodoviários, Jaildo Oliveira não pode ser preso

Jaildo deixou a diretoria para exercer o mandato de vereador. Ele não pode ser considerado dirigente sindical e nem presos com seus irmãos 17/01/2017 às 15:11 - Atualizado em 17/01/2017 às 15:19
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Jaildo Oliveira. Foto: Arquivo AC
Rafael Seixas e Redação Manaus (AM)

O juiz Adilson Maciel Dantas, do Tribunal Regional do Trabalho 11ª Região, informou que chegou ao seu conhecimento nesta terça-feira (17) que Jaildo de Oliveira Silva afastou-se, formalmente, da diretoria do Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários de Manaus (STTRM). A informação chegou poucas horas depois do magistrado determinar a prisão de toda a diretoria do STTRM, que paralisou hoje 100% da frota do transporte coletivo em Manaus, mesmo após decisão da juíza do Trabalho, Eliane Leite Correa, de que fosse mantida a circulação total da frota.

De acordo com a decisão, Jaildo de Oliveira deixou a diretoria para exercer o mandato de vereador. Por isso, não pode ser considerado dirigente sindical e não há validade no Mandado de Prisão expedito contra ele.

No total, cinco membros da diretoria do STTRM foram alcançados pela decisão, incluindo os irmãos de Jaildo, o presidente Givancir de Oliveira e o vice, Josildo Oliveira.

A decisão foi tomada após uma ação conjunta tomada pela  Defensoria Pública do Estado do Amazonas (DPE) e a Ordem dos Advogados do Brasil – Secção Amazonas (OAB-AM) e o Programa de Proteção e Orientação ao Consumidor do Amazonas (Procon/AM). Minutos antes da decisão judicial ser divulgada, o vice-presidente do sindicato, Josildo Oliveira, afirmou que a greve não será interrompida. "Que venha R$ 2 milhões em multa, vamos continuar", afirmou ele. 

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