Publicidade
Manaus
MAIS CARA

Gasolina deve passar de R$ 5 em postos de Manaus após aumento nas refinarias

Sindicato de Combustíveis espera queda no lucro devido à alta no preço. Petrobras anunciou reajuste de 1,02% valendo já a partir desta sexta (14) 13/09/2018 às 10:54 - Atualizado em 13/09/2018 às 11:22
Show gasolina 2ad6848c e2d5 4764 9859 bfc8b7cef285
Foto: Arquivo/AC
acritica.com Manaus (AM)

O preço da gasolina nos postos de Manaus deve passar dos R$ 5 nos próximos dias. Combustíveis aditivados e o etanol também vão acompanhar o aumento, que é consequência do reajuste de 1,02% nas refinarias da Petrobras anunciado ontem (12). Segundo o Sindicato de Combustíveis do Amazonas (Sindicombustíveis-AM), os estabelecimentos esperam queda no lucro.

No reajuste, o litro da gasolina nas refinarias passará a custar R$ 2,2514 nesta sexta-feira (14), três centavos a mais que os R$ 2,2294 cobrados até quinta-feira (13). No mês, o litro já subiu oito centavos. É o terceiro reajuste somente nesta semana.

De acordo com o presidente do Sindicato dos Combustíveis do Amazonas, Geraldo Dantas, os donos dos postos têm procurado “congelar” os valores para não perder mais clientes. Segundo ele, o valor fica “impraticável”. “Já não aguento botar novos preços. É uma situação problemática porque se a Petrobras continua aumentando, pesa muito para o bolso do consumidor e empresário”, disse.

Dantas explica que cada posto tem uma política própria de preço, mas o aumento deve ser confirmado nos próximos dias e cobrado do consumidor. “O diesel deve continuar congelado e manter pelos próximos 15 dias. A (gasolina) aditivada mexe, assim como o etanol. Quanto mais caro, menor a nossa venda. São muitas despesas e muitas vezes não há um equilíbrio entre receita e despesa”, disse.

O presidente do Sindicato dos Combustíveis disse ainda que não é mais possível segurar o valor nos postos. “Tentamos segurar o máximo o valor, mas existe um momento que é insustentável. Você percebe esse problema no trânsito da cidade. O reflexo da falta de carro é resultado da falta de veículos abastecendo nos postos”.

Publicidade
Publicidade