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Greve dos agentes de trânsito é descartada por ora

Diretor-presidente do Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito (Manaustrans) se reuniu com funcionários para discutir plano de cargos, carreiras e salários. Um projeto de lei será encaminhado à Prefeitura e paralização só será feita se resposta, em novembro, for negativa à classe 16/10/2013 às 17:12
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Funcionários já entraram em greve no dia 11 de agosto exigindo melhorias nas condições de trabalho
Oswaldo Neto Manaus (AM)

Aconteceu nesta quarta-feira (16), na sede do Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização do Trânsito (Manaustrans), localizada na avenida Tefé, bairro Japiim, Zona Sul de Manaus, uma reunião para decidir sobre a possível paralisação dos agentes de trânsito da capital. A assembleia foi realizada entre membros do Sindicato dos Agentes de Trânsito e Transporte de Manaus (Sinditran) e o diretor-presidente do Manaustrans, Paulo Henrique Martins.

Segundo a vice-presidente do Sindicato, Paula Geysa, na reunião, que terminou por volta de 12h, ficou decidido que um projeto de lei apresentado ao presidente do órgão será encaminhado ao prefeito de Manaus, Artur Neto, o qual irá analisar até novembro as reivindicações expostas pela categoria e aprovar, ou não, o documento.

Paula ainda afirmou que a classe está confiante sobre a possível ajuda do político. "O Prefeito tem consciência dos nossos 14 anos sem gratificações de insalubridade. Esperamos que ele aprove o quanto antes para que o procedimento já entre em vigor em janeiro de 2014", afirma.

A vice-presidente completou dizendo que a paralisação só será aplicada em último caso. "Caso ele não se sensibilize com o projeto, iremos continuar negociando para não prejudicar a população. A greve é uma atitude que pode ser tomada apenas em última ciscunstância", afirma, mas sem descartar a possibilidade

Última paralização

No dia 11 de agosto, 70 funcionários paralisaram as atividades em manifestação que ocorreu em frente à sede do órgão. Entre as reivindicações dos agentes estavam a equiparação dos direitos entre os profissionais dos regimes estatutários e celetistas, além de melhorias nas condições de trabalho como reposição salarial, descanso semanal remunerado, hora extra, melhoria no auxílio refeição, cumprimento da jornada de trabalho, gratificação por insalubridade e a implantação de um plano de cargos, carreiras e salários.




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