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Greve dos peritos da Polícia Civil chega ao fim após decisão do Tribunal de Justiça do AM

De acordo com a decisão, em caso de descumprimento, o Sindicato e os servidores em greve deverão pagar multa diária no valor de R$ 30 mil. 09/08/2015 às 15:39
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Os peritos buscam melhorias salariais, estruturação de cargos e salários e ampliação do quadro de funcionários que hoje são 190 e a ONU e a ABC afirma que deveria ser necessário pelo menos 800.
Acritica.com ---

A greve dos Peritos da Polícia Civil do Amazonas chegou ao fim após uma decisão do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM), que teve início na última sexta-feira (7). Antes disso, eles já tinham realizado uma parada de advertência em frente ao Instituto Médico Legal (IML), na última segunda-feira (3).

De acordo com o procurador geral do Estado, Clovis Smith Frota, a ação solicita que seja declarada a ilegalidade da greve e também a liminar determinando a retomada das atividades pelos peritos servidores do Estado. De acordo com a decisão, em caso de descumprimento, o Sindicato e os servidores em greve deverão pagar multa diária no valor de R$ 30 mil.

Em resposta à ação civil pública ajuizada pela Procuradoria Geral do Estado (PGE) no Plantão Judicial do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), na sexta-feira, o desembargador plantonista Wellington José de Araújo concedeu medida liminar que determinasse de imediato a suspensão da greve promovida pelo Sindicato dos Peritos Oficiais do Estado do Amazonas.

Desde 2014 os peritos solicitam do governo do estado que a categoria também passe pelo processo de reestruturação no qual toda a Polícia Civil do Amazonas (PC-Am) recebeu. 

Os peritos buscam melhorias salariais, estruturação de cargos e salários e ampliação do quadro de funcionários que hoje são 190 e a ONU e a ABC afirma que deveria ser necessário pelo menos 800.

Relatório de inspeção

Relatórios técnicos emitidos pelo Governo do Estado, obtidos com exclusividade pelo Portal A Crítica, confirmam problemas relatados por peritos, como falta de estrutura e condições de trabalho no Instituto de Identificação Aderson Conceição de Melo (IIACM), no Instituto de Criminalística (IC) e também no Instituto Médico Legal (IML). 


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