Publicidade
Manaus
Manaus

Grupo de extermínio liderado por policial militar reformado é preso pela DEHS

Max, o líder da milícia, e seu grupo são apontados como autores de, pelo menos, 20 homicídios ocorridos na Zona Norte da cidade 13/03/2015 às 11:27
Show 1
Grupo foi preso por policiais da DEHS
fábio oliveira ---

Um grupo de extermínio em Manaus comandado pelo policial militar reformado Francisco Marques dos reis, vulgo Max, de 48 anos, foi preso pela equipe da Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS).

As prisões ocorreram na quarta (11) e quinta-feira (12), nos bairros Monte Pascoal e Monte das Oliveiras, ambos na Zona Norte de Manaus. Max, o líder da milícia, e seu grupo são apontados como autores de, pelo menos, 20 homicídios ocorridos na Zona Norte da cidade. De acordo com o titular da DEHS, delegado Ivo Martins, o bando é formado por seis pessoas.

Andréia Cardoso Barata, seu namorado Rangel Silva de Araújo, 28, e Max foram apresentados na manhã desta sexta-feira na sede da Delegacia Geral, no Dom Pedro, Zona Centro-Oeste. O quarto integrante Anadú do Amaral de Souza, 28, está internado no HPS Platão Araújo, Zona Leste, e sob custódia da Polícia Civil. Ele sofreu tentativa de homicídio.

Policial militar reformado Francisco Marques dos reis, vulgo Max

Os foragidos são Elineldo de Souza Nogueira e Elias de Souza Candido Rodrigues Junior. Conforme Ivo Martins, o grupo de extermínio está envolvido na morte de quatro pessoas no dia 27 de fevereiro, no bairro Santa Etelvina. Também são autores dos homicídios do lutador de MMA, Natanael, ocorrida também em fevereiro deste ano, além da execução da ex-presidiária Elda, morta no Monte das Oliveiras.

Modus Operandis

A adjunta da DEHS, delegada Sancha Sodré, contou que Max particpava das execuções usando um chapéu de Cauboi, além também de usarem em alguns crimes fardamentos do Exército Brasileiro e Polícia Militar e Civil. A milícia criminosa faturou mais de R$ 100 mil reais com execuções na capital amazonense, levando em conta que cada crime eles pediam em média R$ 5 mil.

Publicidade
Publicidade