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Manaus
MANIFESTAÇÃO

Grupo faz protesto contra aumento da gasolina e fecha trecho da av. Djalma Batista

Na última semana, vários postos de combustíveis da capital começaram a vender o litro da gasolina a R$ 4,69 21/05/2018 às 18:00 - Atualizado em 21/05/2018 às 19:29
Show protesto
Foto: Evandro Seixas
Vitor Gavirati Manaus (AM)

Um grupo de pessoas interrompeu parcialmente o fluxo de veículos por cerca de duas horas, nesta segunda-feira (21), na esquina da avenida Djalma Batista com a rua Pará, no conjunto Vieiralves, no bairro Nossa Senhora das Graças, na Zona Centro-Sul de Manaus. Segundo manifestantes, o ato acontece em 10 estados brasileiros e é uma forma de repúdio ao aumento no preço da gasolina e outros combustíveis.  

Na última semana, vários postos de combustíveis da capital amazonense começaram a vender o litro da gasolina a R$ 4,69. Fato que gerou revolta dos manauaras nas redes sociais, por onde os condutores se articularam para realizar a manifestação de hoje. A partir desta terça-feira (22), a Petrobras vai aumentar os preços da gasolina em 0,9% e do diesel em 0,97% nas refinarias, segundo publicação de hoje no site da petroleira.

De acordo com Lucas Souza, 24, um dos manifestantes, o protesto só iria acabar quando alguma autoridade falasse com o grupo. “A nossa reivindicação é contra esse aumento abusivo. Nós ficamos sabendo hoje que a gasolina vai subir para R$ 5. De hoje até o dia 30, a gente vai parar (a avenida) e só vai sair daqui quando o governador ou algum representante vir aqui falar com a gente”, afirmou durante a manifestação.

O trânsito na região, no entanto, foi liberado às 19h10, segundo o Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização de Trânsito (Manaustrans). Agentes do órgão e policiais militares acompanharam o protesto. Durante o ato, manifestantes estacionaram carros em todas as vias do cruzamento e também ficaram em pé na frente dos carros que desejavam passar pela região. Eles liberavam o fluxo por alguns instantes.

Em pelo menos 21 estados ocorreram protestos de caminhoneiros, que chegaram a bloquear rodovias, reivindicando a redução do preço do diesel.

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