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Grupo Marte detona artefatos explosivos deixados em agência bancária da Compensa

Testemunhas viram quando criminosos tentaram explodir os caixas eletrônicos do banco, sem sucesso. Policiais chegaram ao local após a ação, mas artefatos ainda estavam acoplados e espalhados pelo chão 27/10/2015 às 11:24
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Artefatos deixados dentro de banco foram retirados e destruídos na rua em frente ao local
Joana Queiroz Manaus (AM)

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O Grupamento de Manejo de Artefatos Explosivos (Grupo Marte) detonou, na manhã desta terça-feira (27), artefatos explosivos que foram deixados dentro de uma agência bancária localizada na rua Amazonas, Compensa, na Zona Oeste de Manaus, após uma tentativa fracassada de roubo a caixas eletrônicos. 

De acordo com informações repassadas pela Polícia Militar, a ação dos criminosos teve início por volta das 3h. Testemunhas relataram que um carro de cor prata ficou parado na frente da agência por um tempo e movimentação dos suspeitos - cinco homens ao todo - também foi flagrada. 

Ainda segundo populares, foram ouvidos duas explosões, justamente as duas tentativas frustradas de arrombar um caixa eletrônico. 



A PM informou que uma viatura fazia o patrulhamento na madrugada pela região quando percebeu um lance suspeito dentro da agência bancária. Quando os policiais chegaram lá, viram que havia um artefato aparentemente explosivo acoplado em um caixa eletrônico, e que um embrulho havia sido deixado no chão, ao lado de outro caixa.

O Grupo Marte foi acionado por volta de 3h30 fez a remoção do objeto utilizando um mini-robô e cordas, e o levou para o meio da via, que havia sido interditada para a explosão controlada. Os artefatos foram destruídos por volta de 7h15. Os suspeitos continuam foragidos. 


"Este tipo de material explosivo é usado para detonar pedreiras e só não explodiu porquê o pessoal são soube detoná-lo. Causou só danos internos ao caixa eletrônico, mas mesmo se fosse explodido em sua totalidade, cuasaria danos superficiais à agência, mas não colocaria em risco a vida dos vizinhos", afirmou o capitão Mesquita Feitoza, do Grupo Marte. 

De acordo com ele, o material foi repassado para o delegado Henrique Brasil, do 8º Distrito Integrado de Polícia (DIP), que ficará responsável por encaminhar os fragmentos à perícia técnica.

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