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Manaus
CENTRO-SUL

Grupo pede redução do preço da gasolina e fecha trecho da av. Constantino Nery

O grupo fechou de cinco em cinco minutos a avenida e se posicionou contra o aumento dos combustíveis na capital e no restante do País. Grande engarrafamento foi formado nas avenidas Constantino Nery e Pedro Teixeira 25/05/2018 às 17:34 - Atualizado em 25/05/2018 às 18:24
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Fotos: Euzivaldo Queiroz
acritica.com Manaus (AM)

Protestando contra o preço da gasolina, um grupo de manifestantes bloqueou parcialmente o trânsito na avenida Constantino Nery, no bairro Flores, na Zona Centro-Sul de Manaus. Os manifestantes, maioria mototaxistas, ficaram concentrados em um posto onde a gasolina acabou às 14h30 de hoje. Ele fica em frente ao Centro de Convenções Vasco Vasques, ao lado da Arena da Amazônia.

O grupo fechou de cinco em cinco minutos a avenida e se posicionou contra o aumento dos combustíveis na capital e no restante do País. Eles disseram ser a favor da greve dos caminhoneiros que iniciou nesta quinta-feira (24) em Manaus. Em muitos momentos, eles cantaram o hino nacional e promoveram “buzinaço”, além de soltar fogos de artifícios.

“Não temos uma categoria. Está todo mundo aqui. A gasolina nos postos acabou e nós precisamos fazer alguma coisa. Precisa baixar o preço da gasolina, se não os caminhoneiros não vão sair da refinaria”, comentou Diogo Braga, 25, um dos manifestantes.

Ainda segundo eles, uma nova manifestação está marcada para ocorrer na próxima segunda-feira (28). “Na verdade, hoje foi um esquenta para a segunda-feira. Na segunda, vamos fazer uma manifestação igual, a partir das 15h. Espero que a gente consiga mobilizar mais pessoas. Isso aqui é um grupo de amigos que se solidarizou em relação ao que está acontecendo no País e com os caminhoneiros que estão na refinaria”, afirmou um dos manifestantes, que se identificou como Nelsinho do Alvorada.

O protesto resultou em um grande engarrafamento nas avenidas Constantino Nery e Pedro Teixeira. Policiais militares acompanharam o protesto e agentes do Instituto Municipal de Engenharia e Fiscalização de Trânsito (Manaustrans) atuaram no local. Algumas pessoas do grupo seguraram uma faixa pedindo intervenção militar no País.

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