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Manaus
INVESTIGAÇÃO

Homem acusado de agredir diretora em escola se apresenta à delegacia e nega crime

Delegado informou que em depoimento Ronaldo Alho Bastos, 31, disse que foi à escola com o objetivo de tirar satisfação com a diretora por conta de um tratamento que sua filha recebeu na unidade de ensino 14/05/2018 às 19:33
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Foto: Reprodução/Internet
Fábio Oliveira Manaus (AM)

Ronaldo Alho Bastos, 31, se apresentou à Polícia Civil e negou a agressão contra a diretora Adilene Maria Rondon, 53, dentro do Centro Municipal de Educação Infantil Maria do Socorro Silva, localizado no bairro Nova Esperança, Zona Oeste. Ele é acusado por ela de dar um soco no rosto depois de uma discussão no dia 8 deste mês.

A informação é o delegado Tarso Yuri, titular do 19º Distrito Integrado de Polícia. Segundo ele, Ronaldo compareceu na sede da unidade e confirmou a discussão com a diretora, mas negou ter desferido um soco no rosto dela. Segundo o delegado, a vítima afirma ter fraturado o nariz e quebrado um dente com o golpe sofrido.

Segundo Yuri, Ronaldo afirmou em seu depoimento que foi à escola com o objetivo de tirar satisfação com a diretora por conta de um tratamento que sua filha recebeu na unidade de ensino. O motivo do tratamento não foi revelado pela polícia, mas por conta desse caso, Ronaldo teria se irritado e tirado satisfações com a diretora.

“Não podemos dizer que tipo de tratamento para preservar a filha dele, que é menor e assim não expor, mas ele afirma sim que foi à escola, que discutiu com a diretora, falou algumas besteiras para ela, mas negou ter dado um soco nela. Isso ele diz que não fez”, explicou o delegado, informando ainda que deve esperar o resultado de um exame de corpo de delito para dar seguimento no caso.

“Como ainda estamos investigando, vamos esperar o resultado do laudo porque a vítima alega ter fraturado o nariz e quebrado um dente. Eu não a vi porque foi no plantão, então vamos aguardar o resultado para qual inquérito será instaurado”, explicou o delegado. Ainda segundo Yuri, ainda restam duas testemunhas serem ouvidas e estas devem ser cruciais para a conclusão.

“Faltam duas pessoas serem ouvidas, são colegas de trabalho da vítima e que estavam com ela no momento do fato. Então vamos aguardá-las para ouvir suas versões”, disse. A equipe de reportagem não obteve sucesso no contato com as partes.

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