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Homem é morto a tiros no bairro Japiim, em Manaus, três dias após ser ameaçado de morte

José Augusto Lira Barros, 28, o “Careca”, morreu depois de levar tiro no rosto. Ele teria defendido um amigo durante briga em bar, no sábado (11), e foi ameaçado de morte. Agressores cumpriram promessa de matá-lo 14/10/2014 às 16:57
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Vítima conversava com amigo na rua Cinco de Setembro, no Japiim 1, quando assassinos chegaram
ACRITICA.COM Manaus (AM)

José Augusto Lira Barros, 28, o “Careca”, foi morto com dois tiros no rosto na tarde desta terça-feira (14), em Manaus, na rua Cinco de Setembro, bairro Japiim 1, Zona Sul, em um suposto acerto de contas após uma briga em um bar. José havia sido ameaçado de morte por um grupo de homens no sábado (11) e ele acabou morto hoje, três dias depois.

Conforme testemunhas, José estava sentado na rua Cinco de Setembro, conversando com um amigo, por volta das 15h, quando foi surpreendido com a chegada dos três assassinos. O trio estava armado e chegou ao local a pé, segundo moradores. Eles teriam efetuado cerca de quatro disparos contra a vítima, mas apenas dois atingiram José, sendo um no olho.

“O cara chegou e apontou a arma para o olho do rapaz. Depois saíram correndo. É isso que temos até o momento. Uma pessoa que presenciou tudo já está prestando depoimento na delegacia”, informou o policial Dennys Cardoso, do 3º Distrito Integrado de Polícia (DIP).

Ainda de acordo com moradores, o motivo do crime seria uma briga em um bar ocorrida no último sábado (11). José estava bebendo com um amigo quando houve uma discussão entre o colega dele, que não foi identificado, e um grupo de homens. Durante o desentendimento, José teria tentado defender o amigo e apartar a briga, quando foi ameaçado de morte pelos agressores, que supostamente seriam traficantes de drogas.

Peritos do Instituto de Criminalística e investigadores da Delegacia de Homicídios (DEHS) foram ao local para recolher provas e vestígios do crime. Familiares de José estiveram na rua Cinco de Setembro, mas preferiram não falar com a imprensa. O corpo de José foi recolhido pelo Instituto Médico Legal. Os autores do crime ainda são desconhecidos.

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