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Manaus
TIROTEIO

Homem que invadiu e atirou no Hospital 28 de Agosto morre após briga, diz PM

Everton Lima Martins, 23, sofreu uma morte cerebral após brigar dentro da viatura da PM com outros dois homens presos após tiroteio no hospital 26/11/2018 às 11:29 - Atualizado em 26/11/2018 às 12:52
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Foto: Jander Robson
acritica.com Manaus (AM)

Everton Lima Martins, 23, que invadiu e efetuou disparos dentro do Hospital e Pronto-Socorro 28 de Agosto na noite desse domingo (25), em Manaus, morreu na madrugada de hoje após brigar com outros dois homens presos após o tiroteio na unidade de saúde quando os três estavam no xadrez da viatura da Polícia Militar. As informações são da própria PM.

Segundo o órgão, após serem presos, Everton e os outros dois homens, Gabriel Marreira de Melo, 22, e Renan Alves Maia, 22, estavam sendo conduzidos a uma delegacia da cidade dentro de uma viatura quando iniciaram uma briga dentro do camburão. Eles estavam algemados e Gabriel e Renan foram para cima de Everton. De acordo com a PM, os policiais pararam e constataram que Everton estaria passando mal e prestes a perder a consciência.

Ainda segundo a PM, o homem foi conduzido ao Hospital e Pronto-Socorro João Lúcio, uma vez que o Hospital 28 de Agosto estava com os serviços suspensos. De acordo com boletim médico do Hospital João Lúcio, Everton sofreu uma morte cerebral confirmada por volta das 5h30 desta segunda-feira (26). Os outros dois, Gabriel e Renan, foram levados para delegacia e autuados pelo crime de lesão corporal dolosa.

Os três, segundo a PM, estavam armados no Hospital e Pronto-Socorro 28 de Agosto na noite de ontem e atiraram mais de 20 vezes. Um paciente do hospital, identificado como Adriano Barbosa Araújo, 24, o “Porocada”, foi o alvo de parte dos disparos. “Porocada” estava internado no local após ter sofrido outro atentado ocorrido mais cedo, no início da manhã de ontem, no bairro da Compensa, Zona Oeste. Durante o tiroteio no hospital, um grande tumulto foi causado, assustando funcionários e outros pacientes.

Segundo a PM, “Porocada” seria membro de uma facção criminosa rival dos atiradores e o atentado a tiros teria sido motivado por uma guerra entre facções pelo domínio do tráfico de drogas em Manaus. “Porocada” foi transferido para outro hospital da cidade, mas o nome da unidade de saúde não foi divulgado. O caso dever ser investigado pela Polícia Civil.

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