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Idosos e coordenadores do ‘Vida Ativa’ protestam contra suspensão do projeto em Manaus

Uma das manifestantes, a coordenadora de grupo Jacilene Franco Câmara, 64, contou que desde o recesso de dezembro até o devido momento o projeto encontra-se suspenso, e para continuar com as atividades, os próprios idosos estão pagando profissionais do próprio bolso 13/08/2015 às 12:18
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Idosos querem a volta do projeto que está suspenso desde o início do ano
isabelle valois ---

Mais de 50 coordenadores do projeto 'Vida Ativa' que atende os idosos nos Centros de Convivência da Família, realizaram na manhã desta quinta-feira (13) uma manifestação em frente à Vila Olímpica, localizado no Dom Pedro, Zona Centro-Oeste de Manaus. Os manifestantes foram recebidos pelo secretário executivo da Secretaria da Juventude Esportivo e Lazer (Sejel), Ricardo Marrocos.

Uma das manifestantes, a coordenadora de grupo Jacilene Franco Câmara, 64, contou que desde o recesso de dezembro até o devido momento o projeto encontra-se suspenso, e para continuar com as atividades, os próprios idosos estão pagando profissionais do próprio bolso.

"Caso não contratássemos esses profissionais, muitos dos idosos que participam do projeto iriam ficar desassistidos e não é isso que queremos. Muitos deles esta atividade é o único laser, por isso que estamos nesta luta", disse Jacilene Câmara.

As coordenadoras do projeto explicaram que resolveram se manifestar, pois até o momento ninguém da secretaria havia se pronunciado ou as procurado para explicar o que realmente havia ocorrido.


O secretário executivo da Sejel, Ricardo Marrocos, que recebeu os manifestantes explicou que por causa da crise o governo do estado desde dezembro, suspendeu as verbas para quatro projetos da Sejel, mas que na última quarta-feira (12), o governo havia liberado a elaboração dos editais. "A partir de agora, todos os projetos serão de responsabilidade da (Aades) Agência Amazonense de Desenvolvimento Econômico e Social (Aades), e acreditamos que até o dia 15 de setembro, todos os projetos como Vida Ativa, os Centros de Convivência, entre outros retornem suas atividades", disse.

Os manifestantes informaram que irão aguarda a data prometida pelo secretário, mas caso não seja comprometido o acordo, novas manifestações vão ser agendadas.


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