Quarta-feira, 19 de Junho de 2019
preocupação

Indígenas venezuelanos em abrigo no Centro estão com sintomas de tuberculose

Semsa também fez uma ação em abrigo da Zona Norte, nesta quarta-feira (6), e resultado dos exames deve ficar pronto em até três dias



venezuelanos-tuberculose_DFA7DAA3-1EC9-46E7-8A90-64C324CD95C7.JPG Foto: Divulgação
06/02/2019 às 20:59

Dezessete indígenas venezuelanos que estão vivendo no abrigo localizado no Centro de Manaus estão com sintomas de tuberculose. A informação foi divulgada, nesta quarta-feira (6), pela Secretaria Municipal de Saúde (Semsa).

A Semsa também realizou, nessa terça-feira (5), um inquérito epidemiológico com 60 indígenas do abrigo. Desse total, 17 apresentaram algum sintoma para a doença.

Hoje, a secretaria fez uma ação de prevenção com investigação de casos de tuberculose em indígenas venezuelanos no Abrigo Alfredo Nascimento, localizado na Zona Norte de Manaus, que atende 437 pessoas.

“É uma investigação epidemiológica para identificar pessoas que apresentem sintomatologia para a doença, realizando o exame de escarro para detectar um possível caso novo de tuberculose”, informa o chefe do Núcleo de Controle da Tuberculose da Semsa, Daniel Sacramento, lembrando que o resultado dos exames deve ficar pronto entre dois e três dias, permitindo o início imediato do tratamento.

Segundo Sacramento, a ação teve como público alvo as pessoas que tiveram contato com pacientes que estão em tratamento para a tuberculose.

De acordo com Daniel Sacramento, o trabalho faz parte do inquérito epidemiológico para detecção da doença entre pessoas que integram os grupos considerados de maior vulnerabilidade para a tuberculose, segundo o Ministério da Saúde, o que inclui a população indígena.

“O Programa de Controle da Tuberculose da Semsa realiza seis inquéritos para a detecção da doença ao ano, atendendo as populações consideradas mais vulneráveis. Além de indígenas venezuelanos, o trabalho deve ser realizado entre indígenas da zona rural de Manaus, entre a população privada de liberdade e pessoas que vivem instituições de longa permanência”, informa Daniel.

Durante a ação de saúde, um grupo de profissionais do Distrito de Saúde Norte (Disa Norte) também disponibilizou vacinas contra a febre amarela, hepatite B, difteria, tétano, sarampo, caxumba e rubéola.

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