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Infraero nega irregularidades nas obras do aeroporto internacional de Manaus

Em entrevista coletiva, o Superintendente Regional da Infraero, Rubem Lima, salientou que todas as medidas foram adotadas para minimizar os impactos da obra que está sendo executada com o aeroporto em operação 12/02/2013 às 11:33
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Rubem Lima confirmou a existência dos gotejamentos, mas que os mesmos estão diminuindo
Síntia Maciel Manaus

Dentro de 15 dias no máximo as goteiras localizadas em vários pontos do saguão do Aeroporto Internacional Eduardo Gomes, localizado na Zona Oeste de Manaus, bem como, algumas poças de água, deverão ser suprimidas, conforme explicações do Superintendente Regional da Infraero, Rubem Lima, que na manhã desta segunda-feira (21) concedeu uma coletiva de imprensa, para falar sobre a notificação realizada pelo Instituto Municipal de Ordem Social e Planejamento Urbano (Implurb), ocorrida na última quinta-feira (17).

“Uma obra como esta é muito complexa, pois se trata de uma reforma e ampliação com o aeroporto em funcionamento. Houve um planejamento para que os trabalhos impactassem o menos possível os passageiros, funcionários e os lojistas”, observou o superintendente, que também reconheceu a existência de alguns pontos em que haviam goteiras, mas salientou que os mesmos já diminuíram.

De acordo com ele, nesta segunda-feira a Infraero se pronunciou ao Implurb a respeito dos questionamentos levantados pelo órgão sobre o alvará de construção/projeto e plano de segurança das obras de reforma do aeroporto.

Ainda segundo Rubem Lima, 50% das obras do aeroporto já se encontram em estágio avançado, a conforme o cronograma estipulado para os trabalhos, em dezembro deste ano ele estará pronto.

“Apesar dos transtornos não foram verificados casos de funcionários acidentados no saguão, interferência no embarque ou desembarque, ou mesmo algum passageiro que perdeu o seu voo”, frisou.

Conforme Lima, no período de 2011 a 2012, um total de 3 milhões de passageiros passaram pelo aeroporto, época esta em que as obras já haviam iniciado.

Ao longo do saguão do aeroporto é possível verificar alguns pontos – boa parte deles quiosques de lojas -, em que há plásticos pendurados no teto, na tentativa de proteger funcionários e equipamentos, além de baldes e placas alertando para o transtorno.

“Esteticamente não é nada bom de se ver os sacos pendurados e os baldes espalhados pelo chão, mas foi a ação adotada para evitar mais transtornos”, salientou.

O Gerente de Empreendimentos da Infraero, e um dos responsáveis pela obra, o engenheiro Adélcio Guimarães, explicou que o gotejamento ocorreu por conta dos trabalhos da retirada da cobertura antiga e construção de uma nova laje.

“Ainda que tenha sido de forma gradual, não houve como evitar o incômodo, em virtude de trabalhos como implantação de colunas, e também de limpeza, para poder realizar a impermeabilização do piso, por exemplo”, disse Guimarães.

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