Quarta-feira, 24 de Abril de 2019
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JOÃO BRANCO

Início do julgamento do narcotraficante ‘João Branco’ atrasa nesta sexta-feira (25)

Previsto para começar às 8h40, o julgamento foi adiado para às 9h20. Ao todo, cinco réus são acusados de matar o delegado Oscar Cardoso


25/08/2017 às 09:08

O julgamento do narcotraficante João Pinto Carioca, o “João Branco”, e de mais quatro réus acusados de participação no assassinato do delegado Oscar Cardoso, em março de 2014, atrasou na manhã desta sexta-feira (25), em Manaus, no Fórum Ministro Henoch Reis, na Zona Centro-Sul da capital.

O julgamento estava previsto para começar às 8h40, mas a nova previsão foi divulgada para 9h20, no Plenário Juiz Luiz Augusto Santa Cruz Machado, 2º Tribunal do Júri da Comarca de Manaus. Entretanto, desde as primeiras horas da manhã, um grupo de 20 pessoas já formava fila para entrar no Tribunal do Júri.

A movimentação ao redor do Fórum Henoch Reis estava tranquila, já que o estacionamento do local foi fechado e cedido ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE) devido ao 2º das eleições suplementares que acontece neste domingo (27) no Amazonas, conforme informou a assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça (TJ).

Banco de réus

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“João Branco” está preso na Penitenciária Federal de Catanduvas, no Paraná, e será julgado por videoconferência. Os outros réus são Marcos Roberto Miranda da Silva, o “Marcos Pará” – que estava preso na Penitenciária Federal de Mossoró, em RN, e foi trazido a Manaus para ser julgado presencialmente – e também Messias Maia Sodré, Diego Bruno de Souza Moldes e Mário Jorge Nobre de Albuquerque, o “Mário Tabatinga”.

O júri pode durar três dias, ou seja, até domingo (27). Durante o julgamento, serão ouvidas testemunhas de defesa e acusação, num total de dez pessoas convocadas para depor. Dentre elas, duas são testemunhas confidenciais. A acusação é feita pelo Ministério Público do Estado do Amazonas (MP-AM) e a defesa por um grupo de advogados dos réus.

Morto a tiros

O delegado da Polícia Civil Oscar Cardoso foi assassinado no dia 9 de março de 2014 com 18 tiros de pistola ponto 40 e 9 milímetros em frente à casa dele, na rua Negreiros Ferreira, bairro São Francisco, Zona Sul da cidade. Ele foi titular da Força Tarefa da Secretaria de Segurança Pública e afastado das funções após ser preso na operação “Tribuna de Rua” com mais seis policiais, todos acusados de comandar um grupo de milícia que praticava crimes de extorsão, sequestro, tráfico de drogas e corrupção ativa.

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