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Manaus
OPORTUNIDADES

Instituto Amazônia lança projetos, atividades e até selo musical durante evento

Um desses projetos anunciados é o Programa de Desenvolvimento da Economia Criativa, que visa qualificar os empreendedores cadastrados na instituição para desenvolverem seus próprios negócios 04/09/2017 às 21:01
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Foto: Paulo André Nunes
Paulo André Nunes Manaus (AM)

O Departamento de Cultura e Economia Criativa do Instituto Amazônia apresentou, agora há pouco em sua sede na rua Bernardo Ramos, 145, seu leque de projetos, ações sociais e atividades dentro do Projeto de Requalificação do Centro Histórico de Manaus.

Dentro das ações, os gestores lançaram importantes projetos para este segundo semestre. O Instituto tem 16 anos de existência e é uma Organização da sociedade civil de interesse público (Oscip), sendo prestador de serviços e sem apoio  financeiro, levando o slogan social "Nossa Meta é o Homem".

Um desses projetos anunciados é o Programa de Desenvolvimento da Economia Criativa, que visa qualificar os empreendedores cadastrados na instituição para desenvolverem seus próprios negócios.

Outra ação é o Programa de voluntariado do Instituto Amazônia que vai ter mais novidades anunciadas na próxima semana.

Na coletiva, também foi lançado o selo musical Uirapuru, uma iniciativa que visa valorizar o potencial dos artistas locais.

"Queremos criar produtos e carreira pra os músicos, numa cadeia criativa. Acreditamos que o selo vai potencializar esses artistas. E estamos entusiasmados com esse projeto", disse Beto Contartesi, gestor de Cultura e Economia Criativa.

Captação de Recursos

A direção do Instituto anunciou que vai captar recursos financeiros junto à iniciativa privada para ajudar na revitalização dos imóveis antigos do Centro Histórico. Foi feito, inclusive, um levantamento técnico de todos os imóveis da Comunidade São Vicente, que abrange as ruas Frei José dos Inocentes e Bernardo Ramos. Um desses imóveis é o famoso Cabaré Chinelo, também chamado de Hotel Cassina, casarão centenário e que se encontra ruínas.

A própria oscip recuperou dois imóveis que funcionam como importantes braços do Instituto Amazônia. Um deles é denominado Casa do Frei, por estar instalado na rua Frei José dos Inocentes e que atua com cursos sociais, culturais, econômicas e ambientais. O  outro, na mesma localidade, é a Casa da Arte, com oficinas, como o próprio nome diz, artísticas (música, dança, circense e outras atividades).

"Aqui é o Marco Zero, aqui que começou a cidade de Manaus, e 80% da população não conhece esse local", disse Paulo Henrique, diretor-presidente do Instituto Amazônia.

"Queremos reinventar esse local ouvindo corações. Estamos aqui para traçar esse caminho. Nossa meta é o homem. Temos papel fundamental e a comunidade também tem que querer modificar a situação", comentou Mônica Bologna, gestora da Casa do Frei.

Feira do Paço

No próximo domingo, a partir de 16h e até 21h, no Paço Municipal, acontece mais uma edição da Feira do Paço, que é uma das ações de revitalização que envolve a economia criativa com a participação, inclusive, dos próprios comunitários.

"Em seu segundo ano a feira trabalha de maneira colaborativa, por temos mais de 100 empreendedores. A economia criativa, através da criatividade humana, é rentável mesmo que seja prestando serviço para a economia tradicional. Ela é a economia do futuro porque é formatada num cenário de escassez de manufatura e caracteriza-se por uma economia comportamental e independe da crise econômica e financeira”, destacou.

"É uma feira que tem uma atração muito grande e mostra o nosso espaço revitalizado. É o chamamento da população para os nossos projetos", explicou o presidente Paulo Henrique.

"Convidamos para que as pessoas venham conhecer os projetos do Instituto Amazônia", conclama o diretor.

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