Segunda-feira, 16 de Dezembro de 2019
Trabalhando a Liberdade

Detentos do CDPM 2 iniciam trabalhos de manutenção na Delegacia da Mulher

Ação faz parte de projeto de ressocialização 'Trabalhando a Liberdade' da Seap e envolve 15 reeducandos. Serviços devem durar duas semanas com serviços de limpeza, roçagem, pintura, entre outras



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02/12/2019 às 16:45

Um grupo de 15 internos do Centro de Detenção Provisória Masculino 2 (CDPM 2), situado no km 08 da BR-174 (Manaus-Boa Vista), começou nesta segunda-feira (2) a manutenção do prédio da Delegacia Especializada em Crimes Contra a Mulher (DECCM), localizada no Parque 10, Zona Centro-Sul. A ação faz parte do projeto de ressocialização “Trabalhando a Liberdade”, da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap).

Nos próximos dias, os reeducandos irão realizar serviços de limpeza, roçagem, pintura, hidráulica, elétrica e manutenção dos aparelhos de ar-condicionado. A expectativa é que os trabalhos no local durem aproximadamente duas semanas. 



O secretário da Seap, coronel Vinícius Almeida, comentou sobre o emprego da mão de obra carcerária em prédios públicos. “Ao mesmo tempo em que estimulamos a ressocialização dos internos, oferecendo várias oportunidades de trabalho dentro e fora dos presídios, nós estamos ainda reduzindo custos para os cofres do Estado”, afirmou.

Para a delegada adjunta da DECCM, Acácia Pacheco da Silva, o trabalho deles é fundamental para reinserir os reeducandos na sociedade. “A partir do momento que a instituição se predispõe a recebê-los, estamos contribuindo para que eles consigam se profissionalizar para quando saírem do sistema possam ter uma forma de sustento para ele e para a família”, afirmou.

Acácia destacou ainda a importância dos serviços de manutenção no dia a dia da delegacia. “Um ambiente de trabalho conservado e limpo traz mais conforto para desenvolvermos um trabalho ainda melhor”, disse.

Remição da pena

Os reeducandos do projeto de ressocialização “Trabalhando a Liberdade” têm direito à remição da pena pelo trabalho não remunerado. De acordo com a Lei de Execuções Penais, a cada três dias de trabalho, o interno pode remir um dia de sua pena.

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