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Ipaam divulgará medidas para reduzir atropelamento de periquitos em Manaus

O diretor presidente do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM) Antonio Stroski, informou que enquanto o laudo pericial oficial não é divulgado, o órgão tomará medidas alternativas para reduzir os atropelamentos. 17/12/2014 às 16:08
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Novos periquitos encontrados mortos foram recolhidos e levados para perícia
Luana Carvalho Manaus (AM)

O diretor presidente do Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (IPAAM) Antonio Stroski, acredita que os mais de 40 periquitos encontrados mortos na manhã da última terça-feira (16), na avenida Efigênio Salles, bairro Adrianópolis, Zona Centro-Sul, possam ter sido vítimas de atropelamento. De acordo com ele, testemunhas informaram que um caminhão alcançou um galho de uma árvore do canteiro central, atingindo as aves. 

Ele afirmou, ainda, que enquanto o laudo pericial oficial não é divulgado, o órgão tomará medidas alternativas para reduzir os atropelamentos. “O importante é que estamos adotando algumas medidas complementares de proteção, pois os bandos são numerosos. Estaremos divulgando até o final da semana”, adiantou.
 
Adoção de medidas para redução de velocidade dos veículos e poda das árvores estão entre as ações. “Além disso, faremos uma campanha de conscientização. Já fizemos uma reunião com os condomínios do entorno e todos concordaram. É importante também que haja uma fiscalização, de modo que os caminhões e ônibus trafeguem apenas pelo lado direito da via”, completou. 

Mais periquitos mortos

Mais de 40 periquitos apareceram mortos na avenida Efigênio Sales, bairro Adrianópolis, Zona Centro Sul de Manaus, na manhã de terça-feira (16), três semanas após mais de 200 pássaros também terem sido encontrados mortos no mesmo local. 

Na ocasião, policiais encontraram um pincel com suposta substância tóxica perto das árvores onde as aves estavam. Agentes da Delegacia Especializada em Crimes contra o Meio Ambiente e Urbanismo (Dema) foram ao local verificar a denúncia e recolher provas.

O pincel continha uma espécie de tinta branca, aparentemente tóxica, que estava escondido na base de uma árvore no meio-fio da avenida, colocado entre a raiz da planta. Desde a morte dos 200 periquitos, os órgãos ambientais investigavam se houve ato criminoso contra os animais

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