Sábado, 05 de Dezembro de 2020
CREDIBILIDADE

Jornal A CRÍTICA celebra hoje 68 anos de fundação inserido no mundo digital

Fundado em 1949 pelo jornalista Umberto Calderaro Filho, jornal A CRÍTICA se consolida no mercado amazonense integrado às redes e plataformas digitais mais modernas



JORNAL_AC0333.jpg Há 68 anos, redação de A CRÍTICA reúne grandes nomes do jornalismo amazonense. Foto: Márcio Silva
19/04/2017 às 05:00

O impresso que circula nas bancas nesta quinta-feira (19) não é só mais uma edição repleta de notícias com a apuração e credibilidade que todos já conhecem. Isso porque o jornal A CRÍTICA comemora hoje 68 anos desde sua fundação, pensada pelo jornalista Umberto Calderaro Filho. Afinal, qual o segredo para continuar informando em um universo que é dominado pelas redes sociais e informações em tempo real?

Criado em 1949, o jornal A CRÍTICA conta hoje com cerca de 300 funcionários que apuram, produzem e imprimem notícias capazes não apenas de informar a todos, mas de modificar a vida da sociedade. “Certamente ele tinha a intenção de expandir, mas talvez ele não tivesse noção do tamanho que se tornaria a RCC (Rede Calderaro de Comunicação)”, disse a diretora de Marketing da RCC, Paula Vieira, ao falar sobre o fundador do jornal, Umberto Calderaro.



Há 11 anos integrante do grupo, Paula acompanhou a produção de capas icônicas, como a da construção da Ponte Rio Negro, a formalização de Manaus como subsede da Copa do Mundo, o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff, entre outras.

Segundo ela, embora a RCC tenha se consolidado no mercado amazonense a partir do jornal impresso, a credibilidade da notícia é distribuída em todos os produtos da marca A CRÍTICA. “Hoje, quando o leitor, telespectador, ouvinte ou internauta fala ‘eu vi em A CRÍTICA’, ele pode estar vendo por vários canais. Quando se fala em A CRÍTICA a gente não pensa só no jornal impresso, mas como a notícia como um todo”.

Papel no mundo digital
Em tempos onde a informação pode ser obtida de forma gratuita e por meio de alguns “cliques”, o jornal A CRÍTICA precisou se reinventar para manter o interesse do leitor naquilo escrito nas páginas. O primeiro passo foi se transformar num “veículo a parte”, onde a publicação do fato, que pode ser modificada ou corrigida na Web, se torna completo em seções de cultura, cidades, política, economia e esportes.

 
Diretora de Marketing da RCC, Paula Vieira, participou da produção de capas icônicas (Foto: Winnetou Almeida)

“Rede social é muito volátil. A gente lê uma notícia agora e daqui a cinco minutos ela não é mais real. Alguns portais são precipitados, por exemplo, eles ressuscitam pessoas, dizem que houve 60 mortos e depois dizem que reduziu pra 50, então é muito perigoso. O jornal impresso vem para dar a veracidade da notícia. Ele não complementa, ele dá a real situação daquela notícia primária”, explicou Paula.

Questionada se o jornal corre algum risco diante do mundo digital, Paula argumenta que a credibilidade inerente ao impresso é um ponto a mais para se manter firme por muitos anos. “Os profissionais por trás dele (jornal) se adaptaram e evoluíram para entregar algo a mais do que se vê nas redes sociais e na Internet. [...] não estamos preocupados com o fim do jornal impresso porque ele vem se adaptando com plataformas digitais. O jornal é a nossa principal marca”.


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