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Manaus
DOENÇA

Sem recursos e longe de casa, família de jovem busca cura para doença dermatológica

Família veio de Parintins buscar ajuda médica em Manaus para confirmar diagnóstico e encontrar cura para doença 06/03/2018 às 17:25 - Atualizado em 06/03/2018 às 18:11
Show cisto menina
Jovem sofre com cistos espalhados pela pele (Jander Robson/A Crítica)
acritica.com Manaus (AM)

Com o pré-diagnóstico de cisto epidérmico, uma jovem de 14 anos sofre para encontrar tratamento em Manaus e retornar a uma rotina normal. A adolescente, que é de Parintins, veio com os pais à capital em busca de um tratamento eficaz para a doença. Sem recursos, a família busca novo método que leve a um prognóstico positivo.

A menina, que desenvolveu a doença logo cedo, está há dois anos ser ir à escola e relata o drama que vive diariamente com os cistos.

“Parece que tem alguma coisa me roendo, me comendo. A dor é constante, parece que estou pegando uma ferrada de bicho, que tem algo comendo tudo por dentro. Na escola eu tentava disfarçar, mas não dava. com tanto constrangimento e pressão que me faziam na sala de aula eu ficava assustava e doía novamente. Eu desmaiava” conta a jovem de 14 anos.

O relatório médico de hispatologia dá o diagnóstico de cisto epidérmico – também conhecido como sebáceo. O tratamento, no caso da jovem, deve ser feito através de cirurgia com anestesia local. Procedimento pelo qual já passou, em Parintins. Na fundação Alfredo da Mata passou por outros dois métodos. Nenhum eficaz. 

 “Desde que ela nasceu eu percebi as manchas nela. Os médicos sempre diziam que era normal. Como mãe a gente sabe que não é normal. Há três anos ela não frequenta a escola. Ela sofre bullying com essa coisa fedendo nela”, relata a mãe da jovem, Noelma Faria.

Em Manaus em busca de um tratamento que isole a doença permanentemente, o pai, Carlos Melo, conta a dificuldade da família em se manter na capital em busca de cura.

“Tivemos que vender geladeira e algumas coisas menores. A gente, no desespero como pai, somos capazes de fazer qualquer coisa. Não pensamos nem duas vezes. Vendemos ar condicionado, móveis... Mas ainda não foi suficiente para a cura total da minha filha”.

A famíliia agora aguarda uma nova consulta na Fundação de Medicina Tropical Doutor Heitor Vieira e aceita doações ou contribuições. Para entrar em contato, ligue: (92) 99254-3089.

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