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Jovem é agredida durante assalto e bandido é solto por falta de tempo de registrar ocorrência

A comerciária de 22 anos teve o celular roubado e o criminoso, um ajudante de pedreiro de 19 anos, foi preso em seguida próximo ao local do furto e agressão. Porém, a vítima viajaria para Maués (AM) e não pôde esperar os procedimentos legais, resultando na liberação do ladrão 13/09/2015 às 18:56
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Assustada e com um olho roxo após a agressão, Brenda acionou a polícia, que prendeu o suspeito. Ela recuperou o aparelho, mas não prestou queixa
augusto costa Manaus (AM)

A comerciária Brenda da Silva Marques, de 22 anos, foi agredida no fim da tarde deste domingo (13) com um soco no olho direito durante umaa tentativa de assalto na rua Dom Bosco do bairro Praça 14 de Janeiro, na Zona Sul de Manaus, pelo ajudante de pedreiro Wendell Ferreira da Conceição, de 19, que roubou o celular da vitima no momento em que ela caminhava em direção à casa da sua mãe.  

Muito assustada e com o olho roxo, Brenda acionou a polícia, que prendeu Wendell Ferreira ainda estava nas proximidades e o caso foi parar no 1º Distrito Integrado de Polícia (DIP). Mas, apesar de ser preso em flagrante pela viatura 6346 da 24ª Companhia Interativa Comunitárias (Cicom), Wendell foi liberado horas depois porque a vítima não registrou queixa, já que iria viajar de barco às 17h para o município de Maués  e não quis esperar os procedimentos legais da delegacia. “É a segunda vez que venho a Manaus e sou assaltada", revelou.

"Ele se aproximou de mim por trás e me imobilizou apertando meu pescoço. Rolamos no chão e ele me deu um soco, fugindo com o meu celular. Felizmente não foi muito longe e a polícia recuperou o meu aparelho. Não tenho tempo de esperar para registrar queixa senão perco o meu barco”, explicou Brenda. 

O ajudante de pedreiro disse que estava arrependido e que era a primeira vez que ele tentou roubar alguém. “Estou desempregado há três meses e tenho um filho pequeno que está com fome em casa. Não tenho arma nenhuma. Tentei imoblizar a moça e dei um murro nela pra me defender”, justificou. 

O comandante da viatura, tenente Santos, lamentou que o rapaz logo seria solto. “Fizemos o nosso trabalho. A vitima não quis representar contra ele e assim perdemos o flagrante”, disse.

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