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Juiz acata parecer e suspeitos do 'Caso Belota' continuam presos

O parecer foi dado pelo promotor de Justiça da 1ª Vara do Tribunal de Júri Popular (1ª TJP), Lauro Tavares e acatado no final da manhã pelo juiz Anésio Rocha, que está respondendo pela Vara do 1º Tribunal do Júri. 28/01/2013 às 20:48
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Da esquerda para a direita Rodrigo Alves e Ruan Pablo Magalhães presos e acusados de triplo homicídio
acritica.com Manaus (AM)

Após a manifestação do Ministério Público do Estado (MPE-AM), o juíz Anésio Rocha que está respondendo pela Vara do  1º Tribunal do Júri negou o pedido de liberdade provisória para Ruan Pablo Bruno Cláudio Magalhães e Rodrigo de Moraes Alves, ambos acusados de triplo homicídio, ocorrido no último dia 22.

A decisão foi dada pela juíza no mesmo dia em que o promotor de justiça da 1ª Vara do Tribunal de Júri Popular (1ª TJP), Lauro Tavares emitiu parecer contrário a liberdade dos acusados.

Os dois são acusados de terem matado o empresário Roberval Roberto de Brito, 63; a coordenadora-geral de Comércio Exterior, da Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa), Maria Gracilene Roberto Belota, 59; e também de sua filha, a acadêmica de Odontologia Gabriela Roberto Belota, 26.

Os três foram mortos, em um crime que, segundo a polícia, foi arquitetado pelo filho de Roberval, o publicitário Jimmy Robert Queiroz de Brito, 30, e executado juntamente com os comparsas Ruan Pablo e Rodrigo Alves.

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