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Juiz analisa nesta segunda (29) pedido de liberdade provisória de Marcelaine Santos Schumann

Após voltar à cadeia por descumprir regras da liberdade monitorada, socialite ingressou com pedido no plantão criminal da 1ª Instância e na 2ª Câmara do TJ 28/06/2015 às 18:49
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A socialite Marcelaine Schumann e Karen Arévalo foram presas novamente na última sexta-feira
acritica.com Manaus (AM)

A defesa da empresária Marcelaine Santos Schumann entrou na Justiça com pedido de revogação da prisão preventiva  e de concessão de liberdade provisória com adoção das medidas cautelares que ela tinha antes de ser presa, pela segunda vez, na sexta-feira (26). 

Os pedidos foram feitos no plantão criminal da 1ª Instância  e a defesa ingressou também na 2ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJ-AM),  pedindo autorização para que o plantonista analisasse o pedido de concessão  de liberdade.

No plantão do 2º Grau, o desembargador João Abdala Simões deferiu o pedido da defesa, autorizando que o plantonista do 1º Grau  apreciasse o pleito da liberdade provisória, “caso entendesse que  a matéria afeta o plantão judiciário”.

No entanto, o juiz plantonista criminal Carlos Zamith não analisou o pedido, alegando que “o plantão do 1º Grau  não se presta  a revisar decisão judicial adotada por  magistrado que preside o processo distribuído de forma regular”.

Com a decisão, a defesa vai ter que aguardar até hoje (29) para que o pedido seja analisado pelo juiz da 2ª Vara do Tribunal do Júri, Anésio Pinheiro, que decretou a prisão preventiva da socialite. 

De volta à cadeia

Marcelaine Schumann e a babá Karen Arévalo voltaram a ser presas na sexta-feira , por descumprimento ao termo de compromisso contendo as referidas medidas cautelares previstas no artigo 319 do Código de Processo Penal (CPP).

 Marcelaine deixou de entrar em contato com a Central de Monitoramento, que faz o controle, por meio da tornozeleira eletrônica, para comunicar deslocamentos. Já Karen, por várias vezes, teria violado as mesmas normas.

Marcelaine é suspeita de ter contratado pistoleiros para executar ou deixar aleijada a rival dela, a bacharel em Direito, Denise Almeida da Silva, 36. Karen, segundo as investigações, foi quem conseguiu a arma para matar Denise. Alem delas, o crime teve a participação de Rafael Leal dos Santos, o “Salsicha”, autor dos disparos contra Denise; Charles Mac Donald’s Castelo Branco, que fez a intermediação do crime.

De acordo com as investigações, o crime teve motivação passional, uma vez que, segundo a polícia, Elaine passou a desconfiar que Denise estivesse tendo um caso amoroso com o empresário Marcos Souto, que era seu amante. Denise foi atingida com um tiro de arma de fogo quando saía de carro, no estacionamento da academia Cheik Clube, no Centro, no dia 12 de novembro.

‘Descaso’

Em seu despacho, o magistrado destacou que o comportamento de Marcelaine e Karen “demonstra o descaso que elas têm com o compromisso a elas imposto”. O juiz também negou pedido de Marcelaine para viajar a Ji-Paraná (RR), onde ela visitaria a mãe.

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