Segunda-feira, 25 de Maio de 2020
TJAM

Julgamento de acusados da morte da advogada Mara Inês tem início no TJAM

Os três acusados do crime são julgados pela morte da advogada, que aconteceu no dia 3 de agosto de 2016, na estrada da Praia Dourada, Zona Oeste de Manaus



show_advogada_7DDD87BD-C04C-4297-999C-DC809FF7D41A.jpg Foto: Divulgação
11/03/2020 às 14:02

A 3.ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus iniciou às 9h30 desta quarta-feira (11) o julgamento da Ação Penal n.º 0233073-32.2016.8.04.0001, que tem como réus Welliton Barros Miranda; Leonardo Elias Nahmias de Oliveira e Jucicleia Ramos Miranda, acusados da morte da advogada Mara Inês Ribeiro de Lima, crime ocorrido em 3 de agosto de 2016, na Estrada da Praia Dourada, Bairro Tarumã, zona Oeste de Manaus.

A sessão de julgamento popular está sendo presidida pelo juiz de direito titular da 3.ª Vara do Tribunal do Júri, Adonaid Abrantes de Souza Tavares. O promotor de justiça Leonardo Tupinambá está representando o Ministério Público do Estado do Amazonas, sendo assistido pelo advogado Luiz Jorge de Arruda Rosas.



O Defensor Público Maurílio Casas Maia está defendendo o réu Leonardo Elias Nahmias de Oliveira. A advogada Maria das Graças Paula Araújo defende o acusado Welliton Barros Miranda, As advogadas Natividade de Jesus Magalhães e Ângela Maria Gonçalves Segadilha atuam na defesa da acusada Jucicleia Ramos Miranda.

O crime

De acordo com o Inquérito Policial que originou a denúncia do Ministério Público do Estado do Amazonas (MPE), no dia 3 de agosto de 2016, durante a madrugada, foi encontrado o cadáver da advogada Mara Inês Ribeiro de Lima na estrada da Praia Dourada, bairro Tarumã, zona Oeste de Manaus. O corpo apresentava sinais de perfuração no pescoço e tinha as pernas amarradas.

A denúncia foi feita pelo Ministério Público contra cinco réus, porém, foram pronunciados: Welliton Barros Miranda, Leonardo Elias Nahmias de Oliveira e Jucicleia Ramos Miranda.

De acordo com a apuração da Polícia Civil, Welliton Barros Miranda mantinha um relacionamento amoroso com a vítima e teria confessado a ela que pretendia realizar um assalto a um empresário de Manaus. Como a advogada foi contra seu plano e ameaçou denunciá-lo, ele decidiu matá-la.

A previsão é que o júri se estenda por mais de um dia.

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