Publicidade
Manaus
Manaus

Julgamento de Raphael Souza é cancelado por falta de testemunhas

A audiência era presidida pela juíza titular da 1ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus, Mirza Telma de Oliveira Cunha. Junto com ele, participaram os outros acusados, Givanil de Freitas e Jair Martins 04/04/2013 às 12:00
Show 1
O traficante Ezequiel de Araújo Melo, conhecido como 'Kéia', foi o primeiro a ser ouvido pela juíza durante a audiência
acritica.com Manaus, AM

Nesta quinta-feira (4), Raphael Souza participou de uma audiência de instrução e julgamento do processo de nº 0237936-75.2009.8.04.0001 no salão nobre do Fórum Henoch Reis, que acabou sendo cancelada depois que duas testemunhas de acusação não compareceram. O julgamento foi remarcado para o dia 22 de maio e o processo fala sobre o homicídio do suposto matador de aluguel Luiz João Macedo de Souza, conhecido como ‘Luiz Pulga’, no dia 03 de abril de 2008 no bairro Coroado, Zona Leste de Manaus.

A audiência era presidida pela juíza titular da 1ª Vara do Tribunal do Júri da Comarca de Manaus, Mirza Telma de Oliveira Cunha. Junto com ele, participaram os outros acusados, o policial militar Givanil de Freitas Santos e coronel da Polícia Militar (PM) Jair Martins da Silva. O traficante Ezequiel de Araújo Melo, conhecido como 'Kéia', foi o primeiro a ser ouvido pela juíza durante a audiência, que logo foi cancelada.

Entenda o caso

A morte de ‘Pulga’ aconteceu depois do mesmo ter negado matar a juíza Jaíza Fraxe em razão desta ter decretado a prisão do coronel PM Felipe Arce e de outras pessoas na chamada Operação Centurião, fato que prejudicava os interesses da quadrilha a qual eles fariam parte, conforme processo.

O pistoleiro teria ainda ameaçado o grupo de denunciá-los ao Ministério Público Federal (MPF) se caso insistissem em seu envolvimento na trama que resultaria na morte da juíza federal.

De acordo com as investigações, o filho de Wallace Souza, ficou inconformado com a recusa de ‘Pulga’ e preocupado com a ameaça, ele contratou Juarez dos Santos Medeiros, o ‘Beto Cuzudo’ e o policial Givanil para matarem o pistoleiro.

No dia do assassinato, Luiz foi abordado por Jair Martins que o levou até a avenida Beira Mar esquina com a Ouro preto, no bairro Coroado e lá ficaram bebendo. Enquanto conversavam, Jair teria distraído ‘Pulga’ para que ele não visse a chegada de Juarez e Givanil, que dispararam contra a vítima.

Publicidade
Publicidade