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Kinberlin deixa o presídio, mas não pode manter contato com familiares paternos

A jovem foi presa em julho deste ano e contou que assassinou o pai porque era abusada sexualmente por ele desde os 13 anos de idade 19/11/2015 às 21:58
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Kinberlin disse que era estuprada pelo pai
Acritica.com Manaus (AM)

Após ser presa e confessar que matou o próprio pai com 13 facadas, Kinberlin Keyce de Jesus da Silva, de 19 anos, conhecida como “Jhenny”, teve a liberdade provisória concedida pelo Juiz de Direito Eliezer Fernandes Junior, da 1° Vara do Tribunal de Júri, ontem. A jovem foi presa em julho deste ano e contou que assassinou o pai porque era abusada sexualmente por ele desde os 13 anos de idade.

Conforme o alvará de soltura, a jovem, que estava presa no Centro de Detenção Provisória Feminina (CDP), será monitorada por meio de uma tornozeleira eletrônica. Todo dia 20, ela deverá comparecer ao cartório para que possa assinar um termo de compromisso. Ela terá que cumprir algumas medidas.

No documento, assinado pelo Juiz, consta que Kinberlin participará do projeto “Reeducar”, que busca a ressocialização de detentos.

Além de participar do projeto, a jovem está proibida de frequentar determinados lugares, como bares, restaurantes e casas de shows.  A decisão judicial também proíbe Kinberlin de manter contato com os familiares da vítima ou outras pessoas relacionadas ao crime. Outra restrição é a de a jovem se ausentar da capital amazonense.

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