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Leitores denunciam utilização de serviços clandestinos de internet e banda larga em Manaus

Os comentários sobre o furto do serviço foram registrados na matéria “Polícia Civil desarticula rede clandestina de internet e TV a cabo na Zona Oeste” 20/11/2014 às 17:00
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Sobre as denúncias de utilização ilegal em outros bairros, o delegado afirmou que a especializada não tem como atuar em toda a cidade e pede a colaboração da população
alik menezes ---

Leitores do Acritica.com denunciam que em bairros como a Raiz, Petrópolis e Manoa a utilização, por parte de moradores, de serviços clandestinos de internet banda larga e TV a cabo é comum. O delegado Alfredo Dabella afirmou que a delegacia especializada não tem como fiscalizar todos os bairros da cidade e pede a colaboração da população para coibir a prática criminosa que prejudica tanto a empresa prestadora de serviço como, também, o cliente.

Os comentários sobre o furto do serviço foram registrados na matéria “Polícia Civil desarticula rede clandestina de internet e TV a cabo na Zona Oeste”, publicada na última quarta-feira (19). A Delegacia Especializada em Combate ao Furto de Serviços (Decfs) realizou operação para desarticular e combater a utilização clandestina de serviços de telecomunicações no bairro Santo Antônio, Zona Oeste de Manaus. No total, 16 residências foram notificadas e os moradores deverão prestar esclarecimentos na especializada.

O delegado da especializada, Alfredo Dabella, afirmou que a operação ocorreu porque a prestadora de serviços identificou o furto e registrou ocorrência na delegacia e que o funcionário responsável pela venda ilegal ainda não foi identificado. “A empresa que constatou que havia o furto e no informou. Agora estamos apurando para encontrar a pessoa que vendia o serviço ilegalmente e vamos responsabilizá-la criminalmente”, disse.

Sobre as denúncias de utilização ilegal em outros bairros, o delegado afirmou que a especializada não tem como atuar em toda a cidade e pede a colaboração da população. “Não tem como atuar de forma genérica. As pessoas ou a própria empresa tem que nos informar um ponto específico onde a prática acontece. Quando recebemos denúncias, mesmo que de forma anônima, nós vamos verificar, mas é preciso que nos digam onde isso acontece. Não temos como atuar em uma área vaga”, ressaltou.

Dabella ressaltou, ainda, que a participação da população denunciando é fundamental para coibir a prática que traz prejuízos para ambos os lados. “O ato criminoso prejudica não só a empresa, mas também os clientes que começam a receber um serviço de qualidade inferior”, disse.

As denúncias podem ser realizadas pelo telefone (92) 3622-7237 ou na sede da especializada, que fica localizada na Rua Belém, no bairro Nossa Senhora das Graças. 

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