Publicidade
Manaus
Manaus

Líderes da Igreja Evangélica Assembleia de Deus visitam Artur

Bancada evangélica se reuniu com o prefeito de Manaus para tratar de assuntos da atuação da igreja cinco meses depois de terem feito campanha contra ele 03/04/2013 às 08:30
Show 1
Presidente da Assembleia de Deus, Jonatas Câmara, ao lado do prefeito Artur Neto
Rosiene Carvalho ---

O prefeito de Manaus, Artur Neto (PSDB), se reuniu, segunda-feira, com líderes da Igreja Evangélica Assembleia de Deus (IEADAM), que na disputa eleitoral do ano passado apoiaram a adversária dele, Vanessa Grazziotin (PCdoB). De acordo com a secretaria municipal de Comunicação (Semcom), a reunião foi informal para tratar de assuntos da atuação da igreja. Artur recebeu o grupo no apartamento dele, na Ponta Negra, Zona Oeste.

A reunião foi divulgada na página do Facebook do deputado federal Silas Câmara (PSD). Além dele, também estiveram presentes no encontro os deputados estaduais Francisco Souza (PSC) e Wanderley Dallas (PMDB); o vereador Amauri Colares; o ouvidor-geral Mário Bastos; o pastor e presidente da Igreja Assembleia de Deus do Amazonas, Jonatas Câmara, Moisés Melo (vice-presidente) e Elienai Reis (2º vice-presidente).

Segundo a publicação na rede social, a pauta da reunião foi “avanços que Manaus precisa fazer”. O pastor Jonatas, ainda segundo texto publicado no Facebook dos membros da IEADAM, “fez uma oração dirigida ao prefeito Artur que está se convalescendo de uma enfermidade, como também pela paz, progresso e prosperidade da cidade”.

O voto evangélico foi umas das disputas que mais causaram polêmicas no pleito passado. Artur e Vanessa fizeram uma competição acirrada pela simpatia das igrejas e chegaram a frequentar cultos durante a campanha. A comunista, por exemplo, fez uma carta aberta à comunidade evangélica desmentido que não acreditava em Deus. Artur, por outro lado, também frequentava cultos e acusou Vanessa de não acreditar em Deus.

Um dos principais líderes do PCdoB no Amazonas, o secretário de Estado de Produção Rural (Sepror), Eron Bezerra, declarou, ontem, que vê a movimentação dos líderes evangélicos como um contato institucional. “Esse movimento é natural. E respeitamos a opinião e a decisão dos pastores. Os pastores têm o nosso respeito porque tiveram uma conduta bastante elevada em 2012 conosco”, disse.

Publicidade
Publicidade