Domingo, 29 de Novembro de 2020
Manaus

Lojas suspendem vendas de armas de brinquedos após fiscalização

Cerca de 35 caixas com brinquedos em forma de armas foram retiradas de lojas localizadas na Zona Centro-Sul de Manaus



1.jpg Nenhuma loja foi multada, já que nesta primeira fiscalização o objetivo foi de apenas orientar os estabelecimentos
14/11/2013 às 17:12

Empresários de Manaus estão descumprindo a Lei Municipal nº180/2007, que proíbe a comercialização de brinquedos em forma de armas na capital amazonense. Ao menos quatro grandes lojas foram flagradas vendendo esse tipo de produto durante a blitz que foi realizada, na manhã desta quinta-feira (14), por órgãos de defesa do consumidor.

Devido a essa irregularidade, a fiscalização obrigou que os estabelecimentos retirassem o equivalente a 35 caixas com brinquedos em forma de arma das prateleiras, sendo oito na loja Planeta das Fantasias e Brinquedos, quatro na Hobby e 21 na Locomotiva - todas situadas na rua João Valério, no Vieiralves, Zona Centro-Sul -, e  duas na loja Baiano, na avenida Constantino Nery. A maioria dos brinquedos retirados era do tipo Nerf, que são pistolas de plásticos que soltam dardos.

Os produtos foram encaminhados aos depósitos das lojas, que poderão devolvê-los para os fornecedores. Nenhuma delas foi multada, pois neste primeiro momento a fiscalização tinha caráter apenas de dar orientação.

“As lojas não estão cumprindo a lei. Por conta desta realidade, os brinquedos em forma de armas foram retirados de imediato. Caso as lojas voltem a comercializar esses itens, elas serão autuadas e na terceira reincidência, as empresas vão ter os produtos apreendidos e danificados”, afirmou o presidente da Comissão de Defesa do Consumidor da Câmara Municipal de Manaus (Comdec-CMM), vereador Álvaro Campelo (PP).

Segundo o parlamentar, uma nova blitz será realizada na próxima quinta-feira (21), em lojas do Centro e da Zona Leste da cidade. A fiscalização contou com o apoio do Departamento do Programa Estadual de Proteção, Orientação e Defesa do Consumidor (Procon-AM) e do Instituto de Pesos e Medidas do Estado do Amazonas (Ipem-AM), que aproveitou a oportunidade para analisar se os brinquedos estão dentro das normas exigidas e verificar se eles não oferecem risco para as crianças.




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