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Manaus
MANAUS MODERNA

Mãe e filho desaparecem após lancha colidir com embarcação e naufragar em Manaus

Segundo o condutor da lancha, marido e pai das vítimas, respectivamente, eles retornavam de um balneário quando houve o acidente 15/05/2017 às 09:27 - Atualizado em 15/05/2017 às 10:43
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Foto: Arquivo A Crítica
Vinicius Leal Manaus (AM)

Uma mulher de 23 anos identificada como Eliane Siqueira Rocha e o filho dela de 3 anos desapareceram na noite de ontem, domingo (14), em Manaus, após a lancha em que eles estavam colidir com outra embarcação e naufragar no rio Negro, em uma região próxima a Manaus Moderna, na orla Sul da capital. Mais pessoas estavam na embarcação naufragada, mas conseguiram se salvar.

O condutor da lancha, Jair Castilho da Silva, marido e pai das vítimas, respectivamente, acionou os bombeiros por volta das 20h de ontem. “Ontem recebemos demanda de embarcação naufragada próximo a região da Manaus Moderna. Algumas pessoas que estavam na embarcação vinham de um balneário e, por algum motivo, a embarcação veio a naufragar. Duas pessoas, mãe e filho, vieram a desaparecer”, explicou o tenente Ricardo, comandante do Pelotão Fluvial dos bombeiros, durante coletiva de imprensa na manhã de hoje.

Segundo ele, ontem mesmo foi dada uma resposta à família. “Juntamente com a Marinha do Brasil nos deslocamos até o local da ocorrência para fazer verificação da correnteza, o nível de profundidade e o local exato onde ocorreu o naufrágio. Depois retornamos à base e, hoje pela manhã, voltamos com a família para fazer uma nova avaliação e começar as buscas”, explicou.

Conforme a assessoria de imprensa dos bombeiros, o marido de Eliane, Jair Castilho, confirmou que houve a colisão entre a lancha e a outra embarcação. “Estavam vindo de um balneário aquático. O solicitante (Jair Castilho) estava muito nervoso. Sabemos que foram duas embarcações de médio porte e uma delas afundou. Não sabemos quantas pessoas tinham dentro, mas que há dois desaparecidos. A Marinha do Brasil também está no caso”, divulgou a assessoria.

De acordo com o comandante do Pelotão Fluvial, as buscas se concentram na superfície do rio, porque devido à profundidade das águas não é possível fazer mergulhos. “A avaliação constatou que a profundidade é dentre 40 e 50 metros e, segundo a norma reguladora da Marinha, a atividade de mergulho não é recomendável nessa situação. E ainda tem a situação da correnteza, que tem cerca velocidade e também vai contra as normas da Marinha”, disse.

As buscas continuam desde o início da manhã por militares do Corpo de Bombeiros e da Marinha do Brasil, com auxílio dos familiares e, principalmente, do marido e pai das vítimas. O objetivo, segundo o tenente Ricardo, é localizar o local exato do acidente para facilitar os trabalhos. Até a publicação desta matéria as vítimas permaneciam desaparecidas.

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